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sábado, 23 de janeiro de 2016

Carro elétrico

O SUV totalmente elétrico iniciará a limpeza da imagem do Grupo Volkswagen após os escândalos do dieselgate

O Grupo Volkswagen ainda sofre os efeitos do dieselgate, escândalo mundial que revelou fraudes nos motores a diesel da empresa. Para apagar a imagem negativa, no entanto, o Grupo tem concentrado todos os seus esforços em modelos híbridos e elétricos, alterando diversos planos para os próximos anos. A Audi será uma das responsáveis por essa recuperação, lançando seu primeiro modelo totalmente elétrico já em 2018, o inédito Q6. 
De acordo com um anúncio feito pela fabricante, o novo Q6 (nome ainda não confirmado) terá sua produção iniciada em 2018 na unidade fabril de Bruxelas, capital da Bélgica. Será de lá que sairão também as baterias utilizadas pelo SUV elétrico, concentrando assim todo o processo produtivo do modelo em um único local, contendo custos. Para isso, porém, será necessária a realocação de outros carros da Audi. O A1, atualmente produzido em Bruxelas, passará a ser feito na Espanha, onde a marca produz o Q3.

De acordo com um anúncio feito pela fabricante, o novo Q6 (nome ainda não confirmado) terá sua produção iniciada em 2018 na unidade fabril de Bruxelas, capital da Bélgica. Será de lá que sairão também as baterias utilizadas pelo SUV elétrico, concentrando assim todo o processo produtivo do modelo em um único local, contendo custos. Para isso, porém, será necessária a realocação de outros carros da Audi. O A1, atualmente produzido em Bruxelas, passará a ser feito na Espanha, onde a marca produz o Q3.


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(011) 2997-1400


fonte:http://quatrorodas.abril.com.br/materia/audi-foca-nos-eletricos-confirma-novo-q6-para-2018 



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Confira Seguro de Famosos

Quem disse que as partes dos corpo não podem ser asseguradas, confira abaixo alguns famosos e seus seguros. 



A australiana Kylie Minogu, assegurou seu bumbum, por uma quantia de R$ 12 milhões (Toby Melville ).




Taylor Swift decidiu se certificar que suas pernas estejam protegidas, o seguro equivalente a R$ 125 milhões.



Jennifer Lopez teria assegurado seu famoso bumbum por cerca de R$ 80 milhões


No Brasil Valesca Popozuda fez o seguro é claro de seu bumbum, por R$ 4 milhões



Carla Perez foi uma das primeiras a fazer seguro do bumbum no Brasil em 1997 no valor de R$ 12 milhões


A apresentadoras alemã Heidi Klum protegeu as pernas por R$ 4 milhões.


Já o ex-jogador David Beckham fez um seguro para suas pernas de R$ 467 milhões, tudo bem que foi na época em que ainda jogava futebol.



 Cristiano Ronaldo também assegurou suas penas por uma quantia de R$ 300 milhões


Claudia Raia foi uma das pioneiras no assunto a assegurar suas pernas por cerca de R$ 1 milhões


E você do que gostaria de fazer seguro para se sentir protegido, solicite sua cotação.



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Fonte:http://oglobo.globo.com/ela/gente/conheca-valor-dos-seguros-das-partes-dos-corpos-dos-famosos-16939102 

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Veja alguns dos carros mais vendidos no 1º semestre 2015 e o valor do Seguro



A briga mais quA briga mais quente acontece entre os SUVs, com tantos lançamentos de peso nesta primeira metade do ano. Sem mudanças importantes desde a segunda geração, em 2012, o Ford EcoSport segurou por pouco a liderança, com apenas 274 unidades de vantagem sobre o novato Honda HR-V, lançado em março.

No geral, as vendas de automóveis e comerciais leves (picapes e furgões) amargaram o pior 1° semestre desde 2007, com queda de 20,7% sobre o mesmo período de 2014, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Confira os carros mais vendidos por categoria, segundo classificação da Fenabrave:


1.    1º Fiat Palio - 62.757 unidades

O modelo usado no seguro auto*¹ foi Fiat Palio 1.0 MPI Fire 4P – Ano/Modelo 2015 /2015 –       
4 parcela de  R$ 424,14


Ford Ka - 45.988 unidades


O seguro auto*¹ para o modelo Ford Novo Ka 1.0 Sel Ticvt FLEX 2015/2015 – 0KM à 
4 parcela  R$ 405,38

Volkswagen Gol - 44.900 unidades

O seguro auto*¹ para o modelo VW Gol City 1.0 MI 8V Flex – 2015/2015 – 0KM à 4x R$653,40

Fiat Uno - 43.777 unidades


O seguro auto*¹ para o modelo Fiat Uno Attractive 1.0 Evo Fire Flex 8v 5p – 2015/2015 – 0km à 4x R$ 540,66

Volkswagen Up! - 27.729 unidades



O modelo usado no seguro auto*¹ foi VW UP! 1.0 Flex 12v 5p – Ano/Modelo 2015 /2015 – 0Km à 4x R$ 409,89






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*¹O seguro auto é calculado de acordo com o perfil de cada segurado, modelo e ano do veículo, cep de circulação, coberturas contratadas e seguradora escolhida.





terça-feira, 30 de setembro de 2014

Visitantes de lojas da Apple tentam dobrar iPhone 6 e estragam aparelhos

Jovens publicaram vídeo onde quebram aparelhos em loja.
Apple diz que casos de iPhone que dobra são poucos.

Após muitos compradores do iPhone 6 e do iPhone 6 Plus publicarem relatos, fotos e vídeos do aparelho dobrando ao ser colocado no bolso da calça, e de sites especializados mostrarem que os aparelhos têm uma estrutura frágil, muitas pessoas se interessaram em fazer o teste e dobrar os novos smartphones. Entretanto, em vez de comprar um iPhone, elas têm ido às lojas daApple nos Estados Unidos para dobrar os aparelhos do mostrurário, danificando-os.
Dois jovens de 15 anos publicaram um vídeo no YouTube (assista aqui) em que vão até uma loja da Apple e dobram alguns aparelhos que estão sendo mostrados aos consumidores. No Twitter e no Facebook, muitos usuários publicam mensagens dizendo que foram à lojas apenas para dobrar os novos iPhones.
De acordo com o site "Business Insider", um renomado analista de Wall Street tuitou que tentou dobrar um iPhone 6 Plus, mas que não conseguiu por temer quebrar o aparelho.


Sites nos Estados Unidos questionam a "mania", já que publicações que mostraram que o telefone dobra pagaram por seus aparelhos, o que não acontece com os visitantes de lojas da Apple.
Logo na estreia do iPhone 6 e do iPhone 6 Plus, muitos usuários reclamaram que o aparelho dobrou com poucas horas de uso ao ser colocado no bolso lateral ou traseiro da calça. O fato foi apelidado de "bendgate". As redes sociais e fóruns online encheram de comentários sobre como os novos telefones podem entortar quando colocados no bolso de trás, principalmente de calças justas.
Ao site Gizmodo", o engenheiro Jeremy Irons disse que o iPhone foi muito bem construído, mas que a base traseira de alumínio é tudo o que mantém a integridade estrutural do aparelho, o que, por conta de metal ser maleável, ele dobra. Ele aponta que o tamanho maior do iPhone 6 e sua estrutura mais fina - os anteriores eram menores e mais "gordinhos" - permite que haja uma mudança estrutural ao sofrer alguma força.
A Apple disse que seus iPhones contam com aço inoxidável e inserções de titânio para reforçar a estrutura do aparelho e têm os vidros mais fortes da indústria de smartphones.
A única forma de um iPhone dobrar é se alguém o colocar no bolso de trás da calça e ficar sentado por um longo tempo, disse Laban Roomes, presidente-executivo da Goldgenie, que customiza iPhones em ouro.


Flexibilidade à prova
Um usuário publicou no YouTube um vídeo em que mostra, com pouco esforço, que é possível dobrar o iPhone sem quebrar a tela (assista aqui). Ele usa os dedos para empurrar a parte traseira do aparelho para dobrá-lo.
A Apple se manifestou, dizendo que Com uso normal, uma curvatura no iPhone é extremamente rara, e nos primeiros seis dias de vendas, um total de nove clientes contataram a Apple com iPhone 6 Plus com dobras".

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Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/09/visitantes-de-lojas-da-apple-tentam-dobrar-iphone-6-e-estragam-aparelhos.html

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Mitsubishi veta uso de L200 pela Fiat do Brasil e confirma Lancer nacional

  A Fiat terá de fabricar uma picape exclusiva para o mercado brasileiro se quiser, de fato, atuar no segmento de comerciais leves médios. A decisão não veio da filial mineira ou da sede da fabricante italiana, mas da Mitsubishi do Brasil, que divulgou comunicado nesta segunda-feira (22) "esclarecendo" a informação divulgada na sexta-feira de que as duas marcas compartilhariam o uso da próxima geração da picape L200 na Ásia, Oriente Médio, Europa e América Latina. De quebra, a marca ainda afirmou que vai nacionalizar o sedã Lancer GT ainda este ano.
  Nova L200 Triton só poderá usar emblema da Fiat longe do Brasil
  De acordo com a Mitsubishi do Brasil (MMCB), as medidas de compartilhamento "não contemplam o mercado brasileiro no qual a MMCB possui fábrica, direito exclusivo de comercialização e distribuição" da L200.

  UOL Carros achou a declaração oficial um tanto quanto vaga e procurou pessoa ligada à representação da marca japonesa, que confirmou o veto ao chamado "rebadge" (a venda de um mesmo modelo por outra marca trocando apenas nome e emblema) da próxima L200 pela Fiat.
   "Nosso presidente conversou com a matriz, no Japão, e foi confirmado que não vai acontecer de termos a picape [nova L200] com outra marca no Brasil", afirmou nossa fonte. "É possível que o modelo com emblema da Fiat seja vendido em outros mercados da América Latina, até mesmo na vizinha Argentina, mas não no Brasil. A marca terá de ter outra solução", completou.
  "Nosso presidente conversou com a matriz, no Japão, e foi confirmado que não vai acontecer de termos a picape [nova L200] com outra marca no Brasil", afirmou nossa fonte. "É possível que o modelo com emblema da Fiat seja vendido em outros mercados da América Latina, até mesmo na vizinha Argentina, mas não no Brasil. A marca terá de ter outra solução", completou.

JOGANDO NA DEFESA


 Trata-se, no fim das contas, de uma decisão estratégica da Mitsubishi para garantir a própria sobrevivência. A L200 é uma das poucas forças da marca no Brasil: seus pouco mais de 13 mil emplacamentos (de janeiro a agosto, segundo a Fenabrave) correspondem a quase a metade do total de 37.641 unidades vendidas de todos os modelos (tanto de carros de passeio quanto de comerciais leves) pela empresa este ano.
   Além disso, a L200 garante aos japoneses a quarta colocação no nicho de picapes médias (foram pouco mais de 13 mil emplacamentos entre janeiro e agosto, ou 11% das vendas do segmento), atrás da líder Chevrolet S10 (33.288 vendas, com 30%) e de Toyota Hilux (26.842 unidades) e Ford Ranger (15.832 unidades).
   Embora tenha experiência zero no segmento, uma eventual entrada da Fiat poderia mudar o quadro muito rapidamente. A marca italiana é líder de vendas no país, considerando o mercado geral, e a ampla penetração em termos de concessionárias, oficinas reparadoras e até mesmo de confiança do consumidor poderia afetar sensivelmente a posição da Mitsubishi.
   O crossover americano Dodge Journey, da Chrysler, emplacou 1.588 unidades desde o começo do ano. Já o Fiat Freemont -- o mesmo modelo, mas com emblema e nome da marca italiana -- entregou2.452 unidades, quase mil carros a mais. Há diferenças de motorização, acabamento e preço, mas podemos apostar que a marca estampada no capô conta muito aqui...
   (No exterior, a história é outra: na Ásia, América Central Estados Unidos e até Europa, a Mitsubishi é tão mais tradicional e respeitada por seus modelos para uso comercial, que a Fiat ganharia algo usando uma L200 com seu emblema, sem que isso afetasse em nada as entregas da marca japonesa.)

Fiat Freemont vende mais que modelo original, o americano Dodge Journey

O QUE FAZER


 Com isso, volta-se à situação anterior. Como se nada tivesse ocorrido, a Fiat segue seus planos para a fábrica de Goiana (PE). O primeiro modelo a sair de lá será o Jeep Renegade, no primeiro trimestre de 2015. Num intervalo que pode ficar em torno de seis meses, teremos o segundo modelo produzido por lá, justamente a picape média da Fiat.

   Agora, porém, fica mais claro que esta picape terá como único destino (ou pelo menos principal) o mercado brasileiro. E terá de brigar não apenas com S10, Hilux e Ranger, mas também com a L200 Triton. Como não serão iguais, que vença a melhor.

LANCER VEM


  Também é estratégica -- e já não era sem tempo -- a decisão de fabricar localmente o Lancer GT (versão civil do sedã, que concorre com Toyota Corolla, Honda Civic e cia) no país ainda este ano.


   Anunciada já há algum tempo, mas sempre adiada, a produção local do sedã poderá deixá-lo mais competitivo em relação a antigos e novos concorrentes. É bom lembrar que além de Corolla e Civic, renovados há alguns meses, e de novos integrantes como Citroën C4 Lounge, teremos ainda a provável reestilização de Volkswagen Jetta e Chevrolet Cruze anunciada ainda no Salão do Automóvel de São Paulo deste ano, em outubro.
   Haverá ainda a sombra premium do BMW Série 3, que começa a ser fabricado este mês em Santa Catarina. Neste segmento, quem ficar parado perde espaço.  
LEIA NA ÍNTEGRA A NOTA OFICIAL DA MITSUBISHI DO BRASIL:
"No último fim de semana, notícias foram divulgadas sobre um acordo entre a Mitsubishi Motors e a Fiat-Chrysler, para a produção de uma picape media utilizando a plataforma da L200 Triton.
A Mitsubishi Motors do Brasil esclarece que essas medidas não contemplam o mercado brasileiro no qual a MMCB possui fábrica, direito exclusivo de comercialização e distribuição.
A Mitsubishi Motors do Brasil continua a produzir a linha de picapes L200 Triton, e futuras atualizações, em sua fábrica no município de Catalão (GO), onde tem sua planta há mais de 16 anos. Nela também são produzidos os modelos Pajero Dakar, Pajero TR4 e o crossover ASX. Ainda neste ano, entra em produção o sedan Lancer".

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Matéria postada por Uol Carros:

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Testamos o Peugeot RCZ

Cupê acelera de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos



Existem várias formas de chamar atenção. Bem melhor do que pendurar uma melancia no pescoço, você pode comprar um cupê branco, com um leão compondo a grade dianteira. Esse carro é o Peugeot RCZ que acaba de chegar renovado ao mercado nacional por R$ 132.990 em versão única de acabamento. Tem garantia de três anos sem limite de quilometragem e revisão com preços fixos de R$ 350.
Com 1,36 m de altura, 1,84 de largura e 4,28 m de comprimento, a aparência do RCZ é de impressionar. Quem olha o cupê passando logo imagina que há um motor em V berrando, sedento por velocidade. Mas na verdade o propulsor é 4 cilindros 1.6 turbo, que gera 165 cv e 24,5 kgfm de torque. Mas saiba que para os 1.297 kg do esportivo, ele anda bem. E o melhor: é econômico.
O câmbio automático de 6 marchas deixa o cupê esperto, trocando as marchas a 3.000 rpm quando não há muito congestionamento na cidade. Se você precisar fazer uma ultrapassagem, basta pisar fundo que o câmbio logo percebe que é necessário reduzir para ganhar velocidade.
Em perímetro urbano, com tráfego intenso, as trocas de marcha ocorrem a 2.500 rpm, o que desagrada um pouco, por conta da quantidade de ruído vindo do motor. Mas o consumo, segundo nossos testes, foi muito bom: 9,5 km/l em perímetro urbano e 15,8 km/l em rodoviário, ambos com gasolina, único combustível que o 1.6 turbo aceita.
Ele conseguiu arrancar de 0 a 100 km/h em 8s4 e na retomada de 80 a 120 km/h, foram gastos apenas 5s5.
O motorista também não leva sustos no momento de frear. O esportivo precisa de 23,5 metros para parar de 80 a 0 km/h, dentro da média para um veículo que tem apenas 1.297 kg. E no teste de fading, também se saiu bem: a pior frenagem foi a primeira, que percorreu 40 metros. As outras nove ficaram abaixo desse número.
As rodas de 18” e pneus 235/45 ajudam a manter o carro equilibrado. O aerofólio móvel traseiro pode ser ajustado em duas posições. A primeira é quando o carro ultrapassa 85 km/h, momento em que o aerofólio fica inclinado em 19°. A segunda posição, se não for acionada pelo motorista por meio de um botão no console central, só será vista quando o cupê atingir 155 km/h, inclinando a “asinha” em 34°.

O Peugeot chega recheado na versão 2014, com o kit multimídia WIP NAV, com navegador integrado ao sistema, que conta com uma tela de 7” rebatível. O multimídia tem entrada USB, auxiliar e conexão bluetooth, com comando de rádio na coluna de direção.
O interior impressiona com as grossas costuras brancas no couro preto, contornando todo o painel. O câmbio e as portas têm detalhes em alumínio, dando maior sofisticação ao interior. O ar-condicionado é dual zone e digital.
É fácil achar a melhor posição para “pilotar” o esportivo, e o banco do motorista pode memorizar até duas posições. Mas para quem vai atrás, como na maioria dos esportivos, não há o que elogiar. O espaço acomoda bem apenas pessoas com menos de 1,50 m ou crianças.
Para segurança do motorista, ele pode optar por andar com o estepe ou com o kit de reparação, que tampa um eventual buraco e enche o pneumático. Sem o estepe pelo caminho, o porta-malas suporta até 321 litros de bagagem. Segundo a montadora, ainda há 30 litros adicionais sob o assoalho. Só é preciso lembrar que eles existem.
Para segurança do passageiro e carona, são de série o controle inteligente de tração (ASR), estabilidade (ESP), freios com ABS, auxílio de frenagem (AFU) e repartidor eletrônico de frenagem (REF). Para segurança passiva há quatro airbags (dois frontais e dois laterais). O capô “ativo com acionamento pirotécnico”, como define a marca, levanta 65 mm em apenas 0,1 segundo em caso de um atropelamento, por exemplo. Isso evita que o pedestre fique em contato com as partes quentes do motor.
O RCZ tem fortes concorrentes no mercado. Um deles é o Mini Coupé, que agora vem também com motor 1.6 turbo, mas entrega 211 cv e 28,5 kgfm. E tudo isso por R$ 141.950. Será que 46 cv extras valem pagar mais R$ 8.960? Depende da preferência de cada um: ter um carro com mais potência ou um que o manobrista vai fazer questão de deixar na porta do teatro quando você sair.


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fonte: http://carroonline.terra.com.br/ja-dirigimos/testes/testamos-o-peugeot-rcz/?rlabs

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Teste: Troller T4

Ele chega totalmente renovado, mas segue apostando nos amantes do fora-de-estrada


Visto de qualquer ângulo, não se pode negar que o novo T4 tem visual chamativo e diferenciado


Ele é ruidoso, balança bastante e é difícil de manobrar. Mas quem tem um carro desses não está preocupado com isso. O consumidor fiel do Troller T4 (que, segundo a marca, representa 48% dos clientes) não liga para as dificuldades apresentadas em cenário urbano, pois é apaixonado pelo carro, que, para esses aficionados, compensa tudo na hora de se aventurar em trilhas no fora-de-estrada.


Caixas de rodas - enormes, proporcionam ângulo de entrada e de saída de obstáculo

Mas, mesmo sendo um modelo 2015, ele não é equipado com airbags. De acordo com a fabricante, isso ocorre porque o T4 se encaixa em uma legislação diferente, pois se trata de um “veículo voltado a atividades off-road e sujeito a impactos constantes, que não incorporam o uso de airbag”. A explicação é essa, mas não se pode esquecer que o T4 não roda apenas em trilhas e que muitos proprietários viajam com o modelo por estradas até chegar às trilhas. 


Agora o T4 tem um motor 3.2 com 200 cv e 47,9 mkgf de torque

Voltando ao jipe, ele está 1 cm mais alto, 1 cm mais largo e 1,7 cm maior no entre-eixos. O porta-malas comporta 134 litros, mas continua menor que o do Chery QQ (190 litros), por exemplo.
Na parte interna, o painel lembra muito o da picape Ranger, com os mesmos instrumentos. Mas o T4 traz alguns detalhes com acabamento metálico, “inspirados em engrenagens”, de acordo com a explicação da fabricante.

O painel do T4 tem desenho exclusivo e acabamento em duas cores. O volante oferece boa pegada, mas não traz comandos de radio.
A fábrica da marca, localizada em Horizonte, CE, aliás, foi reformada, possibilitando que o T4 receba um novo tratamento. Agora, em vez da produção manual, a carroceria é feita por meio do processo SMC (Sheet Moulding Compound), na qual um composto de resina e de fibra de vidro é prensado em alta temparatura. Esse processo elimina os resíduos da fibra e as imperfeições que surgiam nas peças anteriormente.

Agora, a caixa tem seis marchas. A da geração anterior possuía apenas cinco. Os engates são precisos, mas duros

Portanto, o dono do novo Troller T4 terá um veículo com maior rigidez, menor custo de reparo, menos peso, mais resistente ao fogo, à corrosão e a impactos, segundo Wilson Vasconcellos Filho, responsável pelo marketing da Troller. A garantia passou para três anos, e a rede de concessionárias chegará a 21 unidades até o final deste ano. Hoje são 19 revendas.

O rádio é item de série e possui conexão bluetooth e entrada USB e auxiliar
Ainda segundo Vasconcellos, o comprador do Troller não costuma adquirir apenas o carro. “Em média, ele investe R$ 10.000 com acessórios para o veículo.” E, para não desapontar seus clientes, a marca preparou uma lista com 130 itens, como guincho, ganchos, protetores de cárter e de câmbio, caixa de transferência, escapamento e tanque, snorkel, bagageiro de teto, soleiras, pneus off-road, para-choque especial etc.

O novo painel conta com os instrumentos da picape Ford Ranger

O preço da novidade não foi divulgado até o término desta edição, mas Wilson Vasconcellos nos disse que o reajuste será de aproximadamente 15% em relação ao anterior, o que equivale a R$ 111.340. O motor é o mesmo da Ranger, tem 200 cv e 47,9 mkgf. O torque, aliás, está disponível já a 1.750 rpm e segue até 2.500 rpm. 

O painel possui furos para instalar instrumentos como bússula ou cronômetro
A tração 4x4 pode ser acionada por meio de um botão próximo ao freio de estacionamento. Para acioná-la, basta girar o seletor e isso pode ser feito a até 120 km/h. Já a reduzida só pode ser selecionada com o carro parado.
Em nosso teste, o novo T4 acelerou de 0 a 100 km/h em 12s3, um bom resultado se comparado ao anterior, que cumpriu a mesma prova em 14s9. Vale observar que o novo câmbio de 6 marchas (antes era de 5) também contribuiu para o bom desempenho. O que preocupa, mesmo que ele tenha um peso superior a duas toneladas, é o fading dos freios, que chegou a 11,6 m.

Assoalho emborrachado - prático, o revestimento permite levar o  inteior do jipe 
Resumindo, o Troller T4 continua sendo um bom veículo para o uso no fora-de-estrada. Robusto e com características específicas para as trilhas, ele só não se sai tão bem no asfalto, exatamente por conta dessas características.

O porta-malas cresceu, mas acomoda apenas 134 litros de bagagem

Conclusão: O Troller T4 2015 recebeu muitas melhorias, mas, mesmo assim, o modelo ainda tem muito a evoluir em termos de espaço interno, porta-malas, capacidade de frenagem e segurança passiva. A Troller também poderia ter aproveitado o momento de renovação do modelo para dotá-lo de suspensão independente, ao menos na dianteira, para melhorar seu comportamento no asfalto. Pelo que deverá custar, o novo T4 seguirá como uma boa opção apenas para os amantes de off-road, mas inadequado para quem precisa de um carro para o dia a dia. - Vinícius Montoia
Média final técnica: 4,9
Média final de mercado: 7,7


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fonte: http://carroonline.terra.com.br/ja-dirigimos/testes/teste-troller-t4/?rlabs