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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Veja alguns dos carros mais vendidos no 1º semestre 2015 e o valor do Seguro



A briga mais quA briga mais quente acontece entre os SUVs, com tantos lançamentos de peso nesta primeira metade do ano. Sem mudanças importantes desde a segunda geração, em 2012, o Ford EcoSport segurou por pouco a liderança, com apenas 274 unidades de vantagem sobre o novato Honda HR-V, lançado em março.

No geral, as vendas de automóveis e comerciais leves (picapes e furgões) amargaram o pior 1° semestre desde 2007, com queda de 20,7% sobre o mesmo período de 2014, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Confira os carros mais vendidos por categoria, segundo classificação da Fenabrave:


1.    1º Fiat Palio - 62.757 unidades

O modelo usado no seguro auto*¹ foi Fiat Palio 1.0 MPI Fire 4P – Ano/Modelo 2015 /2015 –       
4 parcela de  R$ 424,14


Ford Ka - 45.988 unidades


O seguro auto*¹ para o modelo Ford Novo Ka 1.0 Sel Ticvt FLEX 2015/2015 – 0KM à 
4 parcela  R$ 405,38

Volkswagen Gol - 44.900 unidades

O seguro auto*¹ para o modelo VW Gol City 1.0 MI 8V Flex – 2015/2015 – 0KM à 4x R$653,40

Fiat Uno - 43.777 unidades


O seguro auto*¹ para o modelo Fiat Uno Attractive 1.0 Evo Fire Flex 8v 5p – 2015/2015 – 0km à 4x R$ 540,66

Volkswagen Up! - 27.729 unidades



O modelo usado no seguro auto*¹ foi VW UP! 1.0 Flex 12v 5p – Ano/Modelo 2015 /2015 – 0Km à 4x R$ 409,89






Fone: (11) 2997-1400


Atendimento via ChatOn-line


*¹O seguro auto é calculado de acordo com o perfil de cada segurado, modelo e ano do veículo, cep de circulação, coberturas contratadas e seguradora escolhida.





quinta-feira, 23 de julho de 2015

Preço do Seguro para Carros Visados


Segundo estudo da Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) mostra que, ao contrário do que a maioria pensa, os veículos com maiores indicies de furto ou roubo, não são, necessariamente, os mais que têm o seguro mais caro.
Foi realizado um levantamento com quatro perfis de usuários – dois homens e duas mulheres de São Paulo e Rio de Janeiro – e a simulação do seguro auto nas maiores seguradoras do País.


Foram simulados 48 cenários diferentes, baseada nos dados da Susep (superintendência de Seguros Privados) referente aos 12 modelos mais roubados ou furtados no país.

Na média dos quarto perfis criados, as apólices mais caras são Hundai i30 (na faixa de R$ 6.000,00) e o Kia Cerato (entre R$ 3.00,00 e R$ 4.000,00) . Segundo a Susep, o índice de roubo e furto do i30 na região metropolitana de São Paulo é de 1,474%, enquanto do Cerato é de 1,580%.

Por outro lado, tanto para o homem quando para a mulher de São Paulo, o seguro mais barato foi do Volkswagen Fox 1.0 (cerca de R$ 2.000,00) o veículo, entretanto, possui índice de roubo e furto de 1,674% superior, portanto ao dos modelos importados que lideram o ranking. No caso do Palio 1.0, que também aparece em ambas das listas como uma opção com menor preço da apólice, o índice é ainda mais elevado: 2,829%.

“ O número de ocorrência de crime não é a única variante que determina o valor do seguro. O grau de dificuldade do conserto e a disponibilidade de peças influenciam na tarifa cobrada! Explica a coordenadora de relações institucionais da Proteste, Maria Inês Dolci é possível fazer a cotação em sete seguradoras. Em um dos cenários pesquisados, o preço da apólice do seguro de auto para um mesmo veículo pode variar. 


Carros de luxo têm peças mais caras que alguns carros populares. Como o exemplo dado pelo Arnaldo Odlevati Junior (Ex-diretor regional do Sincor-Sp) : “ o retrovisor externo de um Celta pode ser encontrado na faixa de R$ 100,00 reais, enquanto o modelo elétrico para o Kia Cerato chega a quase R$ 300,00. – o que conta é a sinistralidade, ou seja, a quantidade de ocorrência com um todo, crime, reparos ou perda total”.


Quer saber quanto sai o seguro de auto para seu veículo, solicite uma cotação para nossos atendentes sem compromisso.



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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Primeiras Impressões: BMW i8

Esportivo híbrido, de visual exuberante, é vendido no Brasil por R$ 800 mil.
Conjunto mecânico, formado por um motor elétrico e outro 1.5 turbo, agrada.
 
 
   O "carro do futuro" voaria, diziam visionários, ainda nos anos 1960. Porém, passados quase 60 anos, eles ainda não saem do chão. Os avanços, entretanto, estão em outras áreas. Os veículos ficaram mais leves, seguros e econômicos.
 
   Um dos exemplo da evolução dos automóveis é a potência dos motores. A celebrada Lamborghini Miura, de 1966, desenvolvia 350 cavalos em seu V12 de 4 litros.
Potência parecida tem o novo esportivo da BMW, o i8, que acaba de chegar ao Brasil. Mas o cupê alemão utiliza outros aparatos para chegar aos 362 cv mais ecológico que o "veterano" italiano.

 
   Híbrido, o i8 tem dois motores. O elétrico é capaz de gerar 131 cv, enquanto o propulsor de três cilindros turbo, de 1.5 litro, se encarrega dos os outros 231 cv. Além dos 59 anos, são 8 cilindros e 2.5 litros de diferença entre o alemão e o italiano.
 
   Se eles disputassem uma prova de aceleração de 0 a 100 km/h, o i8 alcançaria a marca em 4,4 segundos, 2,3 segundos antes do Miura, de acordo com dados das fábricas.






Para poucos



   Para avaliar o BMW i8, o G1 viajou até Miami, nos Estados Unidos, onde guiou o modelo por cerca de 70 km, em trechos urbanos e de estrada.
 
   Lançado em junho de 2014, o i8 chegou ao Brasil em setembro, vendido sob encomenda em 10 concessionárias do país por R$ 799.950 -mais caro que a versão mais luxuosa do Jaguar F-Type, a Coupé R, por exemplo.
 
    O modelo faz parte da submarca i da BMW, voltada para veículos ecologicamente corretos – que também conta com o compacto elétrico i3. De acordo com a empresa, já foram vendidas 5 unidades do i8 no Brasil.
 
   Disponibilizar a linha BMW i em poucas concessionárias faz parte da estratégia da montadora. “Tivemos que preparar a rede para receber a marca i e também para atender aos carros”, diz Carlos Cortes, gerente sênior da BMW i. Funcionários de revendas foram para a Alemanha receber treinamento para lidar com materiais como fibra de carbono e termoplástico. Sem divulgar valores, Cortes afirmou que o custo de reparo do i8 é “compatível com o preço do carro”.

 

Como funciona

 
Cada motor do i8 está posicionado em um eixo. Na dianteira, o propulsor elétrico, enquanto o motor a combustão fica na parte central-traseira. Eles podem ser acionados simultaneamente ou de forma independente. Isso significa que a tração pode ser dianteira, traseira ou integral. 
 
Há quatro modos de condução. No mais “verde" deles, eDrive, o veículo utiliza apenas o motor elétrico, enviando a força apenas para as rodas dianteiras. É possível rodar a até 120 km/h apenas com eletricidade. Dessa forma, o esportivo não emite poluentes e não há ruído – ouve-se apenas o atrito dos pneus com o solo.
 
No modo Eco Pro, o motor a combustão é acionado quando o nível da bateria alcança um índice muito baixo. Além disso, ele diminui a intensidade do ar-condicionado, tudo em função da melhora no consumo de combustível. Nesse modo, a marca afirma que o i8 roda até 47 km com um litro de gasolina.
 
O Comfort acelera até os 60 km/h com o motor elétrico. Ele prioriza esse tipo de propulsão em saídas de semáforos e ultrapassagens. Quando necessário, alterna os dois motores.
 
O modo Sport é o mais esportivo dos quatro disponíveis. Nele, os dois motores são acionados ao mesmo tempo. Para isso, basta empurrar a alavanca de câmbio para a esquerda. O quadro de instrumentos ganha coloração vermelha, enquanto o mostrador do nível de potência é substituído por um conta-giros.

 
O único opcional do i8 é o aparelho de recarga rápida, chamado de Wallbox, que custa R$ 7.450. Com ele, o esportivo pode ser recarregado completamente em 2h30. Pode até compensar, tendo em vista a demora da recarga nas tomadas convencionais. Com 110V são 16 horas, e em 220V, 8 horas.
 
 

Ao volante

 
   Dar a partida no i8 é descobrir que não se trata de um veículo “qualquer”. Um som metálico é o sinal para o motorista saber que o veículo está pronto para sair. Nos primeiros metros, é estranha a sensação de estar em movimento e não ouvir o barulho de um motor.
   Basta pressionar o acelerador com um pouco mais de vigor para ver o 1.5 turbo acordar. Trata-se da mesma base do motor que equipa o Mini Cooper, de código B38. Porém, além da potência maior (231 cv, contra 136 cv do Cooper), o propulsor do BMW tem ronco muito mais encorpado.
Se no Mini ele é tímido, no i8, mais lembra um V8. Sem exageros, o propulsor grita forte e alto, impondo respeito, e fazendo esquecer que trata-se de um motor compacto. O resultado não poderia ser outro, senão retomadas vigorosas, mesmo quando só o motor a combustão está funcionando. Nas ocasiões em que o elétrico é acionado, a entrega de força é imediata, isso porque os 25,5 kgfm de torque são entregues imediatamente.
   Durante o teste, não foram percorridos trechos sinuosos, porém, em rápidas mudanças de faixa em rodovias, a direção do i8 se mostrou precisa. Por outro lado, em manobras urbanas, ela é bastante leve.
   Ao contrário de outros esportivos, o i8 utiliza pneus estreitos pare um veículo desta categoria, de medida 195/50 na dianteira e 215/45 na traseira. As rodas são de 20 polegadas. Tudo para melhorar o consumo, diz a marca, já que pneus mais estreitos possuem menor área de contato com o solo, reduzindo o atrito. Ao volante, a diferença é praticamente imperceptível
 

Centro das atenções

 
Se a mecânica do esportivo representa uma nova opção para veículos do gênero, o visual do i8 está anos-luz à frente de rivais, com um design exuberante, quase que extraído de um veículo dos filmes de Hollywood.
Na dianteira, o capô baixo, com faróis afilados e grandes fendas para entrada de ar, com elementos de plástico preto e azul, conferem ao esportivo um ar "invocado", mas ainda assim, característico da BMW.
A sensação é replicada olhando lateral e traseira do veículo. Esta última merece atenção especial, mostrando a personalidade do veículo ao dividir o conjunto ótico com uma passagem de ar. As luzes de seta ficam na porção superior, enquanto as demais luzes ficam abaixo.
 
  Até as portas são diferentes: elas possuem abertura para cima, do tipo tesoura. Só assim para facilidar a entrada em um veículo tão baixo.
 
   Com tanta "modernidade", o resultado não poderia ser outro. O i8 chama atenção por onde passa. É impossível passar despercebido rodando por Miami, cidade tomada por Ferraris e Lamborghinis. Durante o teste, houve até um homem que quase parou seu SUV no meio da rua para tirar uma foto.
 
   Enquanto o i8 era fotografado, próximo a uma escola, um grupo de estudantes se aproximou e um deles perguntou qual era o motor do esportivo. Ao responder que se tratava de um híbrido com motor 1.5 turbo de três cilindros, a surpresa, quase decepção, foi evidente. Mas bastou citar alguns números do desempenho do esportivo para acalmar o estudante, que logo pediu para fotografar o carro.

 

Assinatura azul

 
   Talvez, a maior ousadia no interior seja a disposição das saídas de ar-condicionado. A porção central é única, enquanto o passageiro possui duas seções com ajustes independentes. O restante da cabine tem visual mais conservador, similar ao dos demais veículos da marca.
 
   Estão lá a tela multimídia bem horizontal com seletor no console para controlar as funcionalidades, os comandos do ar-condicionado digital de duas zonas, as teclas de memória para estações de rádio (ou quando o GPS está ativo, as rotas salvas), seletores de modo de condução e a alavanca de câmbio que lembra um joystick. Tudo muito parecido com o interior do hatch compacto Série 1, que custa 7 vezes menos.
 
  Mas isso não significa que os materiais e a montagem sejam ruins. A combinação couro, aço escovado e plástico de boa qualidade é complementada por fileiras de LEDs azuis espalhadas pela cabine. Azul também é a cor dos cintos de segurança, do mesmo tom dos detalhes nos para-choques. Tudo isso marca a identidade visual da marca BMW i.

 

Aperto

 
   Os maiores incômodos em relação ao i8 estão relacionados ao espaço. Em teoria, o modelo transporta até quatro pessoas. Mas quem viaja nos “bancos” traseiros, está submetido a uma sessão de tortura, tamanho é o aperto da cabine.
 
   Os assentos são baixos, deixando o quadril abaixo da linha dos joelhos, enquanto o teto é baixo, deixando uma sensação desconfortável. A melhor recomendação é utilizar o espaço para abrigar as malas que não couberem no compartimento de bagagens.
 
 
  O porta-malas é localizado na traseira, e acomoda míseros 154 litros. Se preferir, o endinheirado dono pode encomendar da Louis Vuitton um conjunto de quatro malas, que podem ser acomodadas tanto no porta-malas como no banco de trás. O preço? O kit é vendido por R$ 77,1 mil, mais do que um Honda Civic LXR.
 
 
 
 
 

Conclusão


  Numa época de busca por eficiência energética e fontes alternativas de combustíveis, os esportivos acabaram tachados de “vilões”, com grandes, beberrões e poluentes motores a gasolina. Tentando reverter este quadro, marcas como Porsche e Ferrari apostaram suas fichas em novos superesportivos híbridos. Porém, ainda ostentam enormes motores gastões como principal fonte de energia.
 
   A BMW fez o contrário com o i8. Colocou um motor elétrico, com autonomia suficiente para o cotidiano da maior parte das pessoas e “complementou” o esportivo com um pequeno, mas feroz motor 1.5 de três cilindros. O i8 não é o carro mais potente ou veloz já feito. Mas, ao mesclar um visual sem precedentes com um eficiente conjunto híbrido, o BMW entrará para o hall dos veículos que, no futuro, serão lembrados por serem vanguardistas.


http://losangulo.com.br/seguro-de-carro.php


Mteria Publicada por:
http://g1.globo.com/carros/noticia/2015/01/primeiras-impressoes-bmw-i8.html



segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

10 quebra-galhos que você não deve fazer no seu carro



Todos nós já passamos (ou iremos passar) por situações em que o dinheiro está curto e o carro precisa de manutenção. Nesse momento, é importante saber onde dá para economizar e onde é melhor não correr o risco.
Durante tantos anos trabalhando com manutenção, não foram poucas as vezes que neguei a execução de alguns serviços. Muitas vezes o amigo de um cliente sugere um reparo paliativo, dizendo que deu certo no carro dele, mas esta informação, na maioria das vezes, não possui um respaldo técnico. Tudo que precisa ser feito deve ser bem feito.
Veja 10 jeitinhos para problemas mecânicos e entenda por que evitá-los:

1) Riscar um pneu carecaAlguns borracheiros possuem uma ferramenta (faca de corte) utilizada para fazer novos sulcos em pneus que já estão carecas – e eles são colocados à venda como “pneus meia vida”. Fuja deles. Estes sulcos diminuem drasticamente a resistência do pneu, e você poderá descobrir isto tardiamente. Lembre-se de que é melhor colocar um pneu novo de qualidade inferior (que dure menos) do que colocar a vida dos ocupantes em risco.

3) Colocar água fria no reservatórioSe seu carro consome água com frequência, leve-o ao mecânico para identificar o vazamento. Em caso de superaquecimento do motor, não coloque água fria no reservatório. Você poderá causar empenamento ou até uma trinca no cabeçote devido ao choque térmico. Lembre-se que nenhum carro se auto-recupera. Ao contrário, os problemas sempre tendem a aumentar.

4) Retirar a válvula termostáticaMuitos veículos possuem problema de superaquecimento em virtude do mau funcionamento da válvula termostática e, infelizmente, alguns motoristas acabam por retirá-la sem colocar outra no lugar. Resolvem um problema, mas criam outro. Todo veículo que trabalha frio acaba tendo um desgaste prematuro nas peças do motor (veja a coluna “Andar com carro frio pode ser uma gelada”). Considerando a importância da válvula termostática, procure repor com uma peça de qualidade. Deixar o carro sem ela é o mesmo que reduzir 50% da vida útil do seu motor.

5) Soldar o radiadorVocê pode, sim, reparar um furo caso esteja em dia com a troca do aditivo do radiador. Agora, se você é daqueles que não faz revisões e, quando o nível de água está baixo, você completa apenas com água de torneira (que possui cloro), é bem provável que seu radiador possua vários pontos fragilizados na parte interna, prontos para estourarem. Neste caso, existe a possibilidade de você reparar um furo e, algum tempo depois, acabar encontrando outro vazamento. Pergunte ao seu mecânico se colocar um radiador novo não seria a melhor solução.

6) Escolher pastilhas de freio erradasNo momento de substituir as pastilhas de freio, cuidado com as gratuitas ou muito baratas. Existem algumas que são muito duras, causam ruído e diminuem a vida útil dos discos de freio. Outras são muito moles, sujam as rodas e se desgastam rapidamente. Consulte seu mecânico e peça a melhor opção.

7) Deixar de consertar vazamentosNão fique refém de vazamentos de óleo, sejam eles do motor, do câmbio ou de freio. Algumas pessoas fazem reparos paliativos que põem em risco o seu bolso. Não existe essa coisa de “colocar um óleo mais grosso”: seu motor ou seu câmbio não foram projetados para este tipo de óleo. Faça o reparo corretamente. Pode ser mais caro no primeiro momento, mas ainda sim evitarão vários outros aborrecimentos.
8) Comprar peças de desmancheColocar peça usada é sempre uma caixinha de surpresas. E sempre será um reparo de eficácia temporária. Muitas vezes, é difícil identificar seu estado de conservação. Se for um conjunto como câmbio, motor ou caixa de direção, pior ainda. Essa é uma boa alternativa para itens que não comprometem a segurança dos ocupantes, como faróis, bancos, maçanetas, lanternas etc.

9) Economizar no reparo do cinto de segurançaEste é um item que exige uma pessoa especializada para repará-lo. Nunca permita que alguém “dê uma olhadinha sem compromisso”. O cinto não é um item para curiosos.

10) Consertar ABS e airbags em oficinas não especializadasFreios ABS e airbags são itens caros, e a grande maioria dos mecânicos sabe da responsabilidade que é repará-los. Dificilmente se atrevem a fazer qualquer manutenção, porque são necessários conhecimento e ferramental específico. Devido ao alto valor das peças destes componentes, muitos motoristas se veem tentados a procurar oficinas que não são especializadas para baratear o serviço, e acabam dando uma solução insegura para o problema.

http://losangulo.com.br/seguro-de-carro.php


Mteria Publicada por:
http://g1.globo.com/carros/blog/oficina-do-g1/post/10-quebra-galhos-que-voce-nao-deve-fazer-no-seu-carro.html



 

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Mitsubishi veta uso de L200 pela Fiat do Brasil e confirma Lancer nacional

  A Fiat terá de fabricar uma picape exclusiva para o mercado brasileiro se quiser, de fato, atuar no segmento de comerciais leves médios. A decisão não veio da filial mineira ou da sede da fabricante italiana, mas da Mitsubishi do Brasil, que divulgou comunicado nesta segunda-feira (22) "esclarecendo" a informação divulgada na sexta-feira de que as duas marcas compartilhariam o uso da próxima geração da picape L200 na Ásia, Oriente Médio, Europa e América Latina. De quebra, a marca ainda afirmou que vai nacionalizar o sedã Lancer GT ainda este ano.
  Nova L200 Triton só poderá usar emblema da Fiat longe do Brasil
  De acordo com a Mitsubishi do Brasil (MMCB), as medidas de compartilhamento "não contemplam o mercado brasileiro no qual a MMCB possui fábrica, direito exclusivo de comercialização e distribuição" da L200.

  UOL Carros achou a declaração oficial um tanto quanto vaga e procurou pessoa ligada à representação da marca japonesa, que confirmou o veto ao chamado "rebadge" (a venda de um mesmo modelo por outra marca trocando apenas nome e emblema) da próxima L200 pela Fiat.
   "Nosso presidente conversou com a matriz, no Japão, e foi confirmado que não vai acontecer de termos a picape [nova L200] com outra marca no Brasil", afirmou nossa fonte. "É possível que o modelo com emblema da Fiat seja vendido em outros mercados da América Latina, até mesmo na vizinha Argentina, mas não no Brasil. A marca terá de ter outra solução", completou.
  "Nosso presidente conversou com a matriz, no Japão, e foi confirmado que não vai acontecer de termos a picape [nova L200] com outra marca no Brasil", afirmou nossa fonte. "É possível que o modelo com emblema da Fiat seja vendido em outros mercados da América Latina, até mesmo na vizinha Argentina, mas não no Brasil. A marca terá de ter outra solução", completou.

JOGANDO NA DEFESA


 Trata-se, no fim das contas, de uma decisão estratégica da Mitsubishi para garantir a própria sobrevivência. A L200 é uma das poucas forças da marca no Brasil: seus pouco mais de 13 mil emplacamentos (de janeiro a agosto, segundo a Fenabrave) correspondem a quase a metade do total de 37.641 unidades vendidas de todos os modelos (tanto de carros de passeio quanto de comerciais leves) pela empresa este ano.
   Além disso, a L200 garante aos japoneses a quarta colocação no nicho de picapes médias (foram pouco mais de 13 mil emplacamentos entre janeiro e agosto, ou 11% das vendas do segmento), atrás da líder Chevrolet S10 (33.288 vendas, com 30%) e de Toyota Hilux (26.842 unidades) e Ford Ranger (15.832 unidades).
   Embora tenha experiência zero no segmento, uma eventual entrada da Fiat poderia mudar o quadro muito rapidamente. A marca italiana é líder de vendas no país, considerando o mercado geral, e a ampla penetração em termos de concessionárias, oficinas reparadoras e até mesmo de confiança do consumidor poderia afetar sensivelmente a posição da Mitsubishi.
   O crossover americano Dodge Journey, da Chrysler, emplacou 1.588 unidades desde o começo do ano. Já o Fiat Freemont -- o mesmo modelo, mas com emblema e nome da marca italiana -- entregou2.452 unidades, quase mil carros a mais. Há diferenças de motorização, acabamento e preço, mas podemos apostar que a marca estampada no capô conta muito aqui...
   (No exterior, a história é outra: na Ásia, América Central Estados Unidos e até Europa, a Mitsubishi é tão mais tradicional e respeitada por seus modelos para uso comercial, que a Fiat ganharia algo usando uma L200 com seu emblema, sem que isso afetasse em nada as entregas da marca japonesa.)

Fiat Freemont vende mais que modelo original, o americano Dodge Journey

O QUE FAZER


 Com isso, volta-se à situação anterior. Como se nada tivesse ocorrido, a Fiat segue seus planos para a fábrica de Goiana (PE). O primeiro modelo a sair de lá será o Jeep Renegade, no primeiro trimestre de 2015. Num intervalo que pode ficar em torno de seis meses, teremos o segundo modelo produzido por lá, justamente a picape média da Fiat.

   Agora, porém, fica mais claro que esta picape terá como único destino (ou pelo menos principal) o mercado brasileiro. E terá de brigar não apenas com S10, Hilux e Ranger, mas também com a L200 Triton. Como não serão iguais, que vença a melhor.

LANCER VEM


  Também é estratégica -- e já não era sem tempo -- a decisão de fabricar localmente o Lancer GT (versão civil do sedã, que concorre com Toyota Corolla, Honda Civic e cia) no país ainda este ano.


   Anunciada já há algum tempo, mas sempre adiada, a produção local do sedã poderá deixá-lo mais competitivo em relação a antigos e novos concorrentes. É bom lembrar que além de Corolla e Civic, renovados há alguns meses, e de novos integrantes como Citroën C4 Lounge, teremos ainda a provável reestilização de Volkswagen Jetta e Chevrolet Cruze anunciada ainda no Salão do Automóvel de São Paulo deste ano, em outubro.
   Haverá ainda a sombra premium do BMW Série 3, que começa a ser fabricado este mês em Santa Catarina. Neste segmento, quem ficar parado perde espaço.  
LEIA NA ÍNTEGRA A NOTA OFICIAL DA MITSUBISHI DO BRASIL:
"No último fim de semana, notícias foram divulgadas sobre um acordo entre a Mitsubishi Motors e a Fiat-Chrysler, para a produção de uma picape media utilizando a plataforma da L200 Triton.
A Mitsubishi Motors do Brasil esclarece que essas medidas não contemplam o mercado brasileiro no qual a MMCB possui fábrica, direito exclusivo de comercialização e distribuição.
A Mitsubishi Motors do Brasil continua a produzir a linha de picapes L200 Triton, e futuras atualizações, em sua fábrica no município de Catalão (GO), onde tem sua planta há mais de 16 anos. Nela também são produzidos os modelos Pajero Dakar, Pajero TR4 e o crossover ASX. Ainda neste ano, entra em produção o sedan Lancer".

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Matéria postada por Uol Carros:

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Preço fixo de revisão



Para não pagar mais, siga o que está indicado na tabela definida pela marca


Postagem feita por www.carroonline.terra.com.br

Quando lançam um automóvel, muitas fabricantes garantem que o preço das revisões são fixos. Isso é muito bom para o cliente, que fica sabendo de antemão quanto irá desembolsar toda vez que deixar o carro na concessionária para as manutenções, que geralmente são feitas a cada 10.000 km ou após um ano de uso do carro.
Veja o exemplo do Citroën C3. As revisões da marca francesa para o hatch são até os 60.000 km ou seis anos de uso. Os preços são os seguintes: R$ 324 na primeira, R$ 540 na segunda, R$ 508 na terceira, R$ 540 nas quarta e quinta revisões e R$ 660 na última. Mas é preciso prestar atenção, porque as autorizadas nem sempre seguem o que está garantido pela marca.

Os serviços indicados nos sites das montadoras são os básicos, como troca de óleos, filtros e verificação de itens de segurança, como os freios. Mas a "empurroterapia" é uma prática comum nessas horas. Ou seja, muitas concessionárias tendem a "empurrar" um servicinho extra -- e desnecessário --, como limpeza de bicos injetores ou polimento. Assim, você acaba pagando acima do que precisava. 
A dica é sempre consultar o site da montadora, na área de pós-venda, para saber se a tabela com o preço da cada revisão está disponível. O da Volkswagen, por exemplo, indica a quantidade de filtros e de de óleo que serão utilizados na manutenção e até mesmo o tempo gasto para o serviço.
Fizemos uma simulação usando o novo Gol 1.6 e constatamos que seriam substituídos os filtros de óleo e combustível, além da colocação de 4 litros de óleo para o moor (veja a simulação na imagem abaixo). Ao fazer o "dever de casa", fica mais fácil não levar sustos na hora de pegar seu carro de volta das revisões.


Fonte: http://carroonline.terra.com.br/dicas-e-servicos/manutencao/preco-fixo-de-revisao/?rlabs

Testamos o Peugeot RCZ

Cupê acelera de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos



Existem várias formas de chamar atenção. Bem melhor do que pendurar uma melancia no pescoço, você pode comprar um cupê branco, com um leão compondo a grade dianteira. Esse carro é o Peugeot RCZ que acaba de chegar renovado ao mercado nacional por R$ 132.990 em versão única de acabamento. Tem garantia de três anos sem limite de quilometragem e revisão com preços fixos de R$ 350.
Com 1,36 m de altura, 1,84 de largura e 4,28 m de comprimento, a aparência do RCZ é de impressionar. Quem olha o cupê passando logo imagina que há um motor em V berrando, sedento por velocidade. Mas na verdade o propulsor é 4 cilindros 1.6 turbo, que gera 165 cv e 24,5 kgfm de torque. Mas saiba que para os 1.297 kg do esportivo, ele anda bem. E o melhor: é econômico.
O câmbio automático de 6 marchas deixa o cupê esperto, trocando as marchas a 3.000 rpm quando não há muito congestionamento na cidade. Se você precisar fazer uma ultrapassagem, basta pisar fundo que o câmbio logo percebe que é necessário reduzir para ganhar velocidade.
Em perímetro urbano, com tráfego intenso, as trocas de marcha ocorrem a 2.500 rpm, o que desagrada um pouco, por conta da quantidade de ruído vindo do motor. Mas o consumo, segundo nossos testes, foi muito bom: 9,5 km/l em perímetro urbano e 15,8 km/l em rodoviário, ambos com gasolina, único combustível que o 1.6 turbo aceita.
Ele conseguiu arrancar de 0 a 100 km/h em 8s4 e na retomada de 80 a 120 km/h, foram gastos apenas 5s5.
O motorista também não leva sustos no momento de frear. O esportivo precisa de 23,5 metros para parar de 80 a 0 km/h, dentro da média para um veículo que tem apenas 1.297 kg. E no teste de fading, também se saiu bem: a pior frenagem foi a primeira, que percorreu 40 metros. As outras nove ficaram abaixo desse número.
As rodas de 18” e pneus 235/45 ajudam a manter o carro equilibrado. O aerofólio móvel traseiro pode ser ajustado em duas posições. A primeira é quando o carro ultrapassa 85 km/h, momento em que o aerofólio fica inclinado em 19°. A segunda posição, se não for acionada pelo motorista por meio de um botão no console central, só será vista quando o cupê atingir 155 km/h, inclinando a “asinha” em 34°.

O Peugeot chega recheado na versão 2014, com o kit multimídia WIP NAV, com navegador integrado ao sistema, que conta com uma tela de 7” rebatível. O multimídia tem entrada USB, auxiliar e conexão bluetooth, com comando de rádio na coluna de direção.
O interior impressiona com as grossas costuras brancas no couro preto, contornando todo o painel. O câmbio e as portas têm detalhes em alumínio, dando maior sofisticação ao interior. O ar-condicionado é dual zone e digital.
É fácil achar a melhor posição para “pilotar” o esportivo, e o banco do motorista pode memorizar até duas posições. Mas para quem vai atrás, como na maioria dos esportivos, não há o que elogiar. O espaço acomoda bem apenas pessoas com menos de 1,50 m ou crianças.
Para segurança do motorista, ele pode optar por andar com o estepe ou com o kit de reparação, que tampa um eventual buraco e enche o pneumático. Sem o estepe pelo caminho, o porta-malas suporta até 321 litros de bagagem. Segundo a montadora, ainda há 30 litros adicionais sob o assoalho. Só é preciso lembrar que eles existem.
Para segurança do passageiro e carona, são de série o controle inteligente de tração (ASR), estabilidade (ESP), freios com ABS, auxílio de frenagem (AFU) e repartidor eletrônico de frenagem (REF). Para segurança passiva há quatro airbags (dois frontais e dois laterais). O capô “ativo com acionamento pirotécnico”, como define a marca, levanta 65 mm em apenas 0,1 segundo em caso de um atropelamento, por exemplo. Isso evita que o pedestre fique em contato com as partes quentes do motor.
O RCZ tem fortes concorrentes no mercado. Um deles é o Mini Coupé, que agora vem também com motor 1.6 turbo, mas entrega 211 cv e 28,5 kgfm. E tudo isso por R$ 141.950. Será que 46 cv extras valem pagar mais R$ 8.960? Depende da preferência de cada um: ter um carro com mais potência ou um que o manobrista vai fazer questão de deixar na porta do teatro quando você sair.


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fonte: http://carroonline.terra.com.br/ja-dirigimos/testes/testamos-o-peugeot-rcz/?rlabs

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Teste: Troller T4

Ele chega totalmente renovado, mas segue apostando nos amantes do fora-de-estrada


Visto de qualquer ângulo, não se pode negar que o novo T4 tem visual chamativo e diferenciado


Ele é ruidoso, balança bastante e é difícil de manobrar. Mas quem tem um carro desses não está preocupado com isso. O consumidor fiel do Troller T4 (que, segundo a marca, representa 48% dos clientes) não liga para as dificuldades apresentadas em cenário urbano, pois é apaixonado pelo carro, que, para esses aficionados, compensa tudo na hora de se aventurar em trilhas no fora-de-estrada.


Caixas de rodas - enormes, proporcionam ângulo de entrada e de saída de obstáculo

Mas, mesmo sendo um modelo 2015, ele não é equipado com airbags. De acordo com a fabricante, isso ocorre porque o T4 se encaixa em uma legislação diferente, pois se trata de um “veículo voltado a atividades off-road e sujeito a impactos constantes, que não incorporam o uso de airbag”. A explicação é essa, mas não se pode esquecer que o T4 não roda apenas em trilhas e que muitos proprietários viajam com o modelo por estradas até chegar às trilhas. 


Agora o T4 tem um motor 3.2 com 200 cv e 47,9 mkgf de torque

Voltando ao jipe, ele está 1 cm mais alto, 1 cm mais largo e 1,7 cm maior no entre-eixos. O porta-malas comporta 134 litros, mas continua menor que o do Chery QQ (190 litros), por exemplo.
Na parte interna, o painel lembra muito o da picape Ranger, com os mesmos instrumentos. Mas o T4 traz alguns detalhes com acabamento metálico, “inspirados em engrenagens”, de acordo com a explicação da fabricante.

O painel do T4 tem desenho exclusivo e acabamento em duas cores. O volante oferece boa pegada, mas não traz comandos de radio.
A fábrica da marca, localizada em Horizonte, CE, aliás, foi reformada, possibilitando que o T4 receba um novo tratamento. Agora, em vez da produção manual, a carroceria é feita por meio do processo SMC (Sheet Moulding Compound), na qual um composto de resina e de fibra de vidro é prensado em alta temparatura. Esse processo elimina os resíduos da fibra e as imperfeições que surgiam nas peças anteriormente.

Agora, a caixa tem seis marchas. A da geração anterior possuía apenas cinco. Os engates são precisos, mas duros

Portanto, o dono do novo Troller T4 terá um veículo com maior rigidez, menor custo de reparo, menos peso, mais resistente ao fogo, à corrosão e a impactos, segundo Wilson Vasconcellos Filho, responsável pelo marketing da Troller. A garantia passou para três anos, e a rede de concessionárias chegará a 21 unidades até o final deste ano. Hoje são 19 revendas.

O rádio é item de série e possui conexão bluetooth e entrada USB e auxiliar
Ainda segundo Vasconcellos, o comprador do Troller não costuma adquirir apenas o carro. “Em média, ele investe R$ 10.000 com acessórios para o veículo.” E, para não desapontar seus clientes, a marca preparou uma lista com 130 itens, como guincho, ganchos, protetores de cárter e de câmbio, caixa de transferência, escapamento e tanque, snorkel, bagageiro de teto, soleiras, pneus off-road, para-choque especial etc.

O novo painel conta com os instrumentos da picape Ford Ranger

O preço da novidade não foi divulgado até o término desta edição, mas Wilson Vasconcellos nos disse que o reajuste será de aproximadamente 15% em relação ao anterior, o que equivale a R$ 111.340. O motor é o mesmo da Ranger, tem 200 cv e 47,9 mkgf. O torque, aliás, está disponível já a 1.750 rpm e segue até 2.500 rpm. 

O painel possui furos para instalar instrumentos como bússula ou cronômetro
A tração 4x4 pode ser acionada por meio de um botão próximo ao freio de estacionamento. Para acioná-la, basta girar o seletor e isso pode ser feito a até 120 km/h. Já a reduzida só pode ser selecionada com o carro parado.
Em nosso teste, o novo T4 acelerou de 0 a 100 km/h em 12s3, um bom resultado se comparado ao anterior, que cumpriu a mesma prova em 14s9. Vale observar que o novo câmbio de 6 marchas (antes era de 5) também contribuiu para o bom desempenho. O que preocupa, mesmo que ele tenha um peso superior a duas toneladas, é o fading dos freios, que chegou a 11,6 m.

Assoalho emborrachado - prático, o revestimento permite levar o  inteior do jipe 
Resumindo, o Troller T4 continua sendo um bom veículo para o uso no fora-de-estrada. Robusto e com características específicas para as trilhas, ele só não se sai tão bem no asfalto, exatamente por conta dessas características.

O porta-malas cresceu, mas acomoda apenas 134 litros de bagagem

Conclusão: O Troller T4 2015 recebeu muitas melhorias, mas, mesmo assim, o modelo ainda tem muito a evoluir em termos de espaço interno, porta-malas, capacidade de frenagem e segurança passiva. A Troller também poderia ter aproveitado o momento de renovação do modelo para dotá-lo de suspensão independente, ao menos na dianteira, para melhorar seu comportamento no asfalto. Pelo que deverá custar, o novo T4 seguirá como uma boa opção apenas para os amantes de off-road, mas inadequado para quem precisa de um carro para o dia a dia. - Vinícius Montoia
Média final técnica: 4,9
Média final de mercado: 7,7


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fonte: http://carroonline.terra.com.br/ja-dirigimos/testes/teste-troller-t4/?rlabs