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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Pensando em comprar um Peugeot - Confira a linha 2016

Os modelos 208, 308, 408, 2008 e 3008 ficaram entre R$ 1.100 e R$ 3.000 mais caros.

Quem for comprar um Peugeot zero quilômetro a partir de agora terá que investir pelo menos R$ 1.100 a mais na linha 2016. Os  modelos que tiveram reajuste foram o 208, 308, 408, o crossover 3008 e o lançamento mais recente, o SUV compacto 2008

O 208 teve alteração nos preços e também nas versões. A de entrada Active 1.5 sem o sistema de áudio que custava R$ 46.090 foi descontinuada. Já a Active com o kit multimídia passou de R$ 46.590 para R$ 47.690, um aumento de R$ 1100 - o mesmo reajuste das outras versões do hatch.

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A opção de entrada do hatch médio 308 subiu R$ 1.500, assim como a topo de linha, THP Griffe. Todas as versões da linha 2008 também não escaparam do reajuste e têm valor final R$ 1.400 maior esse ano. O modelo de entrada possui preço sugerido de R$ 68.590.
Os dois modelos do sedã 408 tiveram reajuste de R$ 1.600: o Allure passou de R$ 75.990 para R$ 77.590 e o THP Griffe agora custa R$ 88.590. Já o crossover 3008 teve o maior aumento de todos, e agora parte de R$ 118.990 (R$ 3 mil acima do preço anterior).
Como curiosidade, o conversível RCZ não aparece mais na tabela oficial da marca - apesar de continuar presente no site da marca.
CONFIRA OS REAJUSTES:
208 1.5 Active - de R$ 46.590 para R$ 47.690 (+R$ 1.100)
208 1.5 Active Pack - de R$ 50.090 para R$ 51.190 (+R$ 1.100)
208 1.5 Allure (manual) - de R$ 53.390 para R$ 54.490 (+R$ 1.100)
208 1.6 Allure (automático) - de R$ 57.490 para R$ 58.590 (+R$ 1.100)
208 1.6 Griffe (manual) - de R$ 59.290 para R$ 60.390 (+R$ 1.100)
208 1.6 Griffe (automático) - de R$ 62.990 para R$ 64.090 (+R$ 1.100)
308 1.6 Griffe THP - de R$ 82.990 para R$ 84.490 (+R$ 1.500)
308 1.6 Allure - de R$ 69.990 para R$ 71.490 (+R$ 1.500)
308 2.0 Allure - de R$ 75.990 para R$ 77.490 (+R$ 1.500)
2008 1.6 Allure (manual) - de R$ 67.190 para R$ 68.590 (+R$ 1.400)
2008 1.6 Allure (automático) - de R$ 70.890 para R$ 72.290 (+R$ 1.400)
2008 1.6 Griffe (manual) - de R$ 71.290 para R$ 72.690 (+R$ 1.400)
2008 1.6 Griffe (automático) - de R$ 74.990 para R$ 76.390 (+R$ 1.400)
2008 1.6 Griffe THP (manual) - de R$ 79.590 para R$ 80.990 (+R$ 1.400)
3008 1.6 Griffe THP - de R$ 115.990 para R$ 118.990 (+R$ 3.000)
408 2.0 Allure - de R$ 75.990 para R$ 77.590 (+R$ 1.600)
408 1.6 THP Griffe - de R$ 86.990 para R$ 88.590 (+R$ 1.600)

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Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/materia/peugeot-reajusta-precos-da-linha-2016

Pensando em Comprar um Carro usado - veja como avaliar

O que você precisa saber para não fazer uma compra impulsiva se tornar uma compra explosiva


Sabe aquele seu amigo sortudo que sempre consegue achar aquela “mosca branca”, aquele usado imaculado que parece que acabou de sair da fábrica? Pois nós vamos revelar alguns segredos para você também se dar bem na compra de um carro de segunda mão. Veja as dicas de vendedores de lojas multimarcas, avaliadores de concessionárias ou técnicos de seguradoras que fazem vistorias. Abra o olho e aprenda como fazer o melhor negócio.

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CARROCERIA

• Nunca inspecione o carro em dia de chuva: as gotas de água escondem as imperfeições de lataria ou pintura. Evite ainda o sol do meio-dia ou do fim da tarde, o que dificulta a avaliação.
• Observe os encaixes de portas, capô e tampa do porta-malas. Eles devem estar alinhados. Todos os vãos devem ter espaços iguais e as portas não devem raspar nos batentes. Qualquer diferença pode indicar que o carro foi batido.
• Passe o dedo no vão das portas. A distância tem de ser a mesma em toda a extensão e em todas as portas. Se um lado tiver espaçamento menor que outro, o carro pode ter sido batido e mal desamassado. Pode até ter problemas de alinhamento.
• Diferença de tom da pintura externa em relação à interna (em geral em portas ou batentes) é um indício importante. Essa diferença tem de existir, pois por fora o carro é envernizado e brilha mais. Na lataria interna, a cor é mais fosca. Alguns funileiros deixam tudo no mesmo tom, denunciando o reparo.
• Olhe o carro de frente, encostando o rosto no para-lama e analisando toda a lateral. Esse recurso é eficiente para descobrir diferenças de textura na tinta, desalinhamento das portas ou pequenos amassados na chapa.
• Pontos de tinta bem pequenos em lanternas, faróis, grades e para-choques denunciam uma repintura. Há oficinas que, em vez de desmontar a lataria, apenas empapelam essas peças para ganhar tempo.
• Abra o porta-malas e levante o estepe. Se o lugar onde fica o pneu estiver oval ou amassado, pode ter sido mal consertado após uma batida na traseira.
• No teto do automóvel, quase sempre há três borrachas que denunciam uma nova pintura: a da junção entre para-brisa e capota e as que escondem a emenda do teto com as laterais. Levante um pedacinho e veja ou apenas passe o dedo por baixo da borracha. A diferença de tonalidade e o “degrau” entre a tinta nova e a tinta antiga vão revelar que a lataria já foi pintada.
• Retire as borrachas que ficam em volta dos batentes das portas, que são apenas encaixadas. Você encontrará os pontos de solda originais de fábrica. A distância entre eles costuma variar entre 5 e 10 centímetros. Se não houver ou faltarem alguns pontos, é porque a lataria foi reparada. Tem oficina que até cola as borrachas para evitar que elas possam ser retiradas, escondendo assim o conserto.
• Confira se todos os números do chassi que estão gravados nos vidros são os mesmos do carro e do documento. Há alguns falsificadores que não remarcam os vidros, porque geralmente ninguém se lembra de checá-los. Confira também se o desenho das letras é igual em todas as marcações. Dificilmente as empresas de gravação conseguem reproduzir o mesmo padrão em um novo vidro.

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fonte:http://quatrorodas.abril.com.br/materia/como-avaliar-um-carro-usado-com-olhos-de-profissional

domingo, 3 de agosto de 2014

PREÇO DO CARRO ZERO AVANÇA 5,3% NO PRIMEIRO SEMESTRE DO ANO





Basta ligar a televisão de manhã para começar a chover os anúncios de condições facilitadas para a compra de automóveis zero quilômetro. Durante o mesmo intervalo, a Toyota oferece o Etios a preço de fábrica, a Fiat concede o IPVA “de graça”, a Renault faz ofertas para a linha inteira, a Volkswagen anuncia Gol e Fox com parcelas reduzidas e a Chevrolet prorroga promoções. Tudo para atrair o consumidor até a loja e retomar as vendas, que no primeiro semestre de 2014 apresentaram uma queda de 7,3% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a associação de revendedores Fenabrave.


Mas mesmo com os estímulos oferecidos pelas montadoras, não será fácil compensar o fraco desempenho do setor nos primeiros seis meses do ano, acreditam analistas. A Fenabrave responsabiliza principalmente a redução da oferta de crédito no país e baixa confiança do consumidor. Mas há também outro fator que contribui para afastar os brasileiros das concessionárias: a escalada dos preços dos carro zero quilômetro no mercado nacional.
De acordo com um levantamento feito por Autoesporte, os preços divulgados nas listas sugeridas pelas marcas para os 10 carros zero mais vendidos no país subiram 5,3% entre janeiro e junho de 2014. Para efeito de comparação, o IPCA  (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) registrou um aumento de 3,75% nos primeros seis mesmes de 2014. O aumento na tabela também é bastante superior ao verificado entre junho e dezembro de 2013, quando a variação de preços ficou na casa dos 1,5%.
ModeloPreço em janeiro/14Preço em junho/14Variação
Ford Fiesta Rocam
R$ 26.990
R$ 31.740
17,6%
Chevrolet Prisma
R$ 37.390
R$ 41.290
10,43%
Ford New Fiesta
R$ 39.890
R$ 42.890
7,52%
Fiat Siena
R$ 29.870
R$ 32.290
7,37%
Fiat Palio
R$ 31.600
R$ 33.720
6,71%
Renault Sandero
R$ 29.000
R$ 30.550
5,34%
VW Fox
R$ 33.190
R$ 35.070
5,12%
Hyundai HB20
R$ 33.295
R$ 34.995
5,11%
Chevrolet Onix
R$ 32.290
R$ 33.890
4,96%
VW Voyage
R$ 33.960
R$ 35.640
4,95%
Fiat Gran Siena
R$ 38.150
R$ 40.790
3,69%
Fiat Strada
R$ 34.460
R$ 35.590
3,28%
VW Crossfox
R$ 52.520
R$ 53.830
2,49%
VW Gol
R$ 31.040
R$ 32.140
2,16 %
Fiat Palio Fire
R$ 24.570
R$ 24.490
- 0,33%
Fiat Uno
R$ 26.400
R$ 26.110
-1,10%
*Preços divulgados na listas públicas enviadas pelas montadoras à Autoesporte nos meses correspondentes


Porta-vozes do setor justificam a alta nos preços à inclusão de airbag duplo e freios ABS e também à reposição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no início do ano. No entanto, os valores continuaram subindo nos meses subsequentes à adoção das medidas, inclusive para modelos que já dispunham dos itens de segurança obrigatórios.
É o caso do Chevrolet Prisma. Em seis meses, o sedã passou por três reajustes de preço, que somados representam uma das maiores altas entre os modelos mais emplacados: 10,43%. Esse índice que representa um aumento de R$ 3,9 mil na versão de entrada LT. Sugerido a partir de R$ 37.390 em janeiro, o preço do sedã acompanhou o aumento de popularidade do carro, que em junho alcançou a faixa dos R$ 41.290 - valor que já subiu novamente para R$ 41.396 em julho. Nesse tempo, a única mudança no conteúdo do modelo ocorreu em maio, com a chegada da linha 2015, quando ar-condicionado foi integrado aos itens de série da configuração mais básica.
Mas o sedã da Chevrolet não foi o único a ter o passe valorizado no primeiro semestre. O hatch Ford New Fiesta também aproveitou as bonanças nas vendas para capitalizar e ficar R$ 3 mil mais caro. Hoje, sugerido a partir de R$ 42.890, ele entrou em 2014 custando R$ 39.890. Diferentemente do sedã da GM, o hatch, por enquanto, não sofreu alterações no kit de equipamentos.
Já o Fiesta Rocam registrou o maior aumento de todos: 17,6%. De R$ 26.990, em janeiro, ele saltou para R$ 31.740 a partir de abril. Mas há uma justificativa: o produto passou por reposicionamento de mercado e passou a ser vendido apenas em versões mais completas, com direção hidráulica, vidros e travas elétricas, ar-condicionado, faróis de neblina e computador de bordo.
FORD NEW FIESTA (FOTO: GIULIA LANZUOLO/ AUTOESPORTE)

Preços elásticos

O primeiro fator a impactar os preços dos carro em janeiro foi a alta do IPI. À época,  Associação Nacional de Veículos Automotores (Anfavea) estimava o aumento de 1,1% nos preços para cada ponto percentual adicionado ao imposto. No caso dos carros com motor flex, cuja alíquota passou de 2% a 3%, o aumento seria de 1,1%. Já nos modelos com motores flex de 1.0 a 2.0, a taxa subiu de 7% para 9%. Sendo assim, esse aumento de 2% do IPI acarretaria uma alta 2,2% sobre os preços dos modelos dessa categoria.

Depois, entre abril e junho, a alta dos preços foi acompanhada pela mudança do ano/modelo dos carros, política que já faz parte do calendário e até é esperado pelo consumidor, especialmente quando há alterações no visual, acabamento e pacote de equipamentos dos carros. Neste ano, no entanto, em vários casos os reajustes apareceram desassociados da chegada da linha 2015. Em seis meses, o Fiat Siena, sedã de entrada da montadora italiana, passou por cinco reajustes e ficou R$ 2.200 mais caro. VW Fox também teve a tabela alterada cinco vezes e encareceu R$ 1.700.


Otto Nogami, professor de economia do Insper, sugere a teoria de que, antevendo um ano fraco para a indústria, as montadoras adotaram a estratégia de aumentar os preços gradativamente para compensar parte do prejuízo até o fim do ano. "Isso é bastante comum, em outros setores, como o agrícola. Prevendo uma safra ruim lá na frente, ele embute um custo a mais no produto agora para compensar perdas futuras", argumenta.


Mas, como as próprias propagandas de feirões e promoções sugerem, os preços de tabela acabam não sendo seguidos a rigor, especialmente em um contexto de retração de mercado. Na hora da compra, os carros recebem descontos vantajosos sobre o preço de vitrine - mesmo que, na prática, o desconto acabe compensando apenas o aumento de preço que o carro já havia recebido.
fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2014/07/preco-do-carro-zero-avanca-53-no-primeiro-semestre-do-ano.html

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Pensando em comprar um Audi A3 Sedan – veja o seguro do carro


  O preço chama a atenção: um Audi A3 Sedan por menos de R$ 100 mil? Na verdade, menos de R$ 95 mil. Mas a principal pergunta: você compraria um sedã médio equipado com motor 1.4 de 122 cv? Se fosse um modelo de uma marca generalista, o preço e a potência seriam dois motivos para nem se pensar nesta possibilidade. Mas estamos falando de um carro produzido na Europa por uma marca premium que é referência em downsizing. Quer mais um argumento para dar atenção ao A3 Sedan 1.4? No Brasil, todos os modelos da Audi aceleram de 0 a 100 km/h em menos de 10 segundos. Quer saber mais? Então confira nossas impressões ao dirigir.


  Oferecida por R$ 94.700, a versão de entrada do A3 Sedan tem como principal novidade o motor 1.4 TFSI de 122 cv de potência e torque de 20 kgfm disponíveis entre 1.500 e 4.000 rpm – ligeiramente diferente do propulsor presente no A1. A única transmissão disponível por aqui é a S-Tronic de dupla embreagem de sete velocidades com modo Sport. O visual externo é praticamente o mesmo da versão 1.8, com exceção das rodas de liga mais modestas, aro 16″, calçadas com pneus 205/55 R16.
  Com o modelo, a Audi aposta na tecnologia mecânica para conquistar consumidores que prezam mais pela condução do pelos mimos. Ainda assim, a lista de itens de série continua extensa, trazendo equipamentos como direção elétrica indexada à velocidade com amortecimento de torque capaz de compensar/corrigir automaticamente ventos laterais ou pista com desnível, ar-condicionado, freio de estacionamento eletrônico, controle de tração, controle de estabilidade com vetorização de torque, freios ABS com EBD, sete airbags, sistema start-stop, faróis bi-xênonio com ajuste automático de altura e lanternas traseiras de LED.

  O acabamento interno permanece de alta qualidade, notável pela precisão dos encaixes na cabine e pelos materiais utilizados. Por outro lado, esse A3 traz bancos revestidos de tecido e um sistema de som mais simples. Embora tenha oito alto-falantes e potência de 80 Watts, não dispõe de conexão Bluetooth ou multimídia (como SD/USB ou iPod). Segundo executivos da Audi, clínicas mostraram que alguns consumidores preferem pagar menos pela “máquina” e não sentem falta de tais itens.
  Para os que sentirem falta, a Audi oferece o A3 Sedan 1.4 Attraction. Por R$ 99.900, o sedã traz o Audi Sound System (adiciona um amplificador que eleva a potência para 180 watts e mais um subwoofer central), Audi Music Interface (entrada SD Card e conexão iPod/iPhone ou USB via cabo), Bluetooth e volante multifuncional em couro e com shift-paddles.





Confira mais como Ficha técnica, quanto custa – clique aqui

E o Valor do Seguro Auto do Audi A3 Sedan 1.4?!


  Seguro de Auto para ser precificado é necessário uma serie de dados que podem varia de pessoa para pessoa, como perfil segurado, seguradora escolhida, tipo de cobertura, índice de sinistralidade, além do veículo. 

  Com os dados de um possível segurado a Losangulo Corretora de Seguros realizou um cálculo de seguro para o veículo Audi A3 Sedan 1.4 R$ 1.845,05*.

  Mas lembre-se como o seguro pode variar de acordo com uma serie de dados informados pelo segurado e normas das seguradoras, fale com o  corretor de seguro  e solicite um orçamento do seguro de Auto.




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* Preço é sujeito a alteração, conforme normas da Cia's, dados de perfil, sinistralidade e cobertura. Cálculo baseado no perfil: sexo feminino, Nascimento: 17/02/1966, estado civil casada, profissão: do lar, sem filhos de 18-24anos, reside em apartamento, cep de pernoite: 02337-080, garagem em casa ,com portão automático, não trabalha e nem estuda, contratado com 100% da tabela FIPE, coberturas: vidros básico, danos matérias: 50.000,00 , danos corporais: 50.000,00, assistência 24 horas gratuita.

Fonte:Fabio Trindade - http://carplace.virgula.uol.com.br/volta-rapida-audi-a-preco-de-corolla-a3-sedan-1-4-surpreende-no-desempenho/

Confira os valores do metros quadrados em algumas cidades

  Veja quais foram as cidades, dentre aquelas acompanhadas pelo Índice FipeZap, que registraram os maiores e menores preços de metro quadrado anunciado em 2013.


  São Paulo – O Rio de Janeiro continuou sendo, ao longo de todo o ano de 2013, a cidade com o metro quadrado mais caro para imóveisresidenciais anunciados para venda, segundo oÍndice FipeZap.


  A média de preço na capital passou de 8.711 reais em janeiro para 9.937 em dezembro. Esse valor de metro quadrado equivale a um imóvel de 80 metros quadrados à venda por 794.960 reais.


  Brasília ficou em segundo lugar, com metro quadrado médio de 8.670 reais em dezembro, e São Paulo veio em terceiro lugar, com 7.815 reais o metro quadrado.


  A cidade mais em conta foi Vila Velha, no Espírito Santo, onde o metro quadrado médio anunciado era de 3.820 reais em dezembro. O equivalente a um imóvel de 80 metros quadrados à venda por 305.600 reais.


  O preço médio de metro quadrado das 16 cidades acompanhadas pelo Índice FipeZap Ampliado foi de 7.303 reais em dezembro.


  As altas nos preços do metro quadrado anunciado em 2013 nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo foram puxadas pelos bairros periféricos.


  Contudo, os bairros mais centrais das duas capitais ainda são os mais caros do país.
É o caso do Leblon (RJ), onde o metro quadrado anunciado em dezembro era de 21.963 reais, e da Vila Nova Conceição (SP), onde o preço do metro quadrado anunciado em dezembro era de 13.599 reais.
  Já os altos preços de Brasília estão praticamente estagnados. A capital federal teve elevação inferior à inflação nos preços dos imóveis à venda em 2013, em função da queda de preços em algumas regiões.

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  O Seguro de Residência é o meio de proteger seu imóvel contra eventos como Incêndio, roubo, queda de raio e também pode utilizar assistências 24 horas, como chaveiro, eletricista, desentupimento de pias e vasos. Veja com seu corretor as melhores coberturas e tipos de assistências que o seguro residencial que você optou oferece.  

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Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/album-de-fotos/as-cidades-com-os-metros-quadrados-mais-caros-e-mais-baratos