terça-feira, 23 de setembro de 2014

Mitsubishi veta uso de L200 pela Fiat do Brasil e confirma Lancer nacional

  A Fiat terá de fabricar uma picape exclusiva para o mercado brasileiro se quiser, de fato, atuar no segmento de comerciais leves médios. A decisão não veio da filial mineira ou da sede da fabricante italiana, mas da Mitsubishi do Brasil, que divulgou comunicado nesta segunda-feira (22) "esclarecendo" a informação divulgada na sexta-feira de que as duas marcas compartilhariam o uso da próxima geração da picape L200 na Ásia, Oriente Médio, Europa e América Latina. De quebra, a marca ainda afirmou que vai nacionalizar o sedã Lancer GT ainda este ano.
  Nova L200 Triton só poderá usar emblema da Fiat longe do Brasil
  De acordo com a Mitsubishi do Brasil (MMCB), as medidas de compartilhamento "não contemplam o mercado brasileiro no qual a MMCB possui fábrica, direito exclusivo de comercialização e distribuição" da L200.

  UOL Carros achou a declaração oficial um tanto quanto vaga e procurou pessoa ligada à representação da marca japonesa, que confirmou o veto ao chamado "rebadge" (a venda de um mesmo modelo por outra marca trocando apenas nome e emblema) da próxima L200 pela Fiat.
   "Nosso presidente conversou com a matriz, no Japão, e foi confirmado que não vai acontecer de termos a picape [nova L200] com outra marca no Brasil", afirmou nossa fonte. "É possível que o modelo com emblema da Fiat seja vendido em outros mercados da América Latina, até mesmo na vizinha Argentina, mas não no Brasil. A marca terá de ter outra solução", completou.
  "Nosso presidente conversou com a matriz, no Japão, e foi confirmado que não vai acontecer de termos a picape [nova L200] com outra marca no Brasil", afirmou nossa fonte. "É possível que o modelo com emblema da Fiat seja vendido em outros mercados da América Latina, até mesmo na vizinha Argentina, mas não no Brasil. A marca terá de ter outra solução", completou.

JOGANDO NA DEFESA


 Trata-se, no fim das contas, de uma decisão estratégica da Mitsubishi para garantir a própria sobrevivência. A L200 é uma das poucas forças da marca no Brasil: seus pouco mais de 13 mil emplacamentos (de janeiro a agosto, segundo a Fenabrave) correspondem a quase a metade do total de 37.641 unidades vendidas de todos os modelos (tanto de carros de passeio quanto de comerciais leves) pela empresa este ano.
   Além disso, a L200 garante aos japoneses a quarta colocação no nicho de picapes médias (foram pouco mais de 13 mil emplacamentos entre janeiro e agosto, ou 11% das vendas do segmento), atrás da líder Chevrolet S10 (33.288 vendas, com 30%) e de Toyota Hilux (26.842 unidades) e Ford Ranger (15.832 unidades).
   Embora tenha experiência zero no segmento, uma eventual entrada da Fiat poderia mudar o quadro muito rapidamente. A marca italiana é líder de vendas no país, considerando o mercado geral, e a ampla penetração em termos de concessionárias, oficinas reparadoras e até mesmo de confiança do consumidor poderia afetar sensivelmente a posição da Mitsubishi.
   O crossover americano Dodge Journey, da Chrysler, emplacou 1.588 unidades desde o começo do ano. Já o Fiat Freemont -- o mesmo modelo, mas com emblema e nome da marca italiana -- entregou2.452 unidades, quase mil carros a mais. Há diferenças de motorização, acabamento e preço, mas podemos apostar que a marca estampada no capô conta muito aqui...
   (No exterior, a história é outra: na Ásia, América Central Estados Unidos e até Europa, a Mitsubishi é tão mais tradicional e respeitada por seus modelos para uso comercial, que a Fiat ganharia algo usando uma L200 com seu emblema, sem que isso afetasse em nada as entregas da marca japonesa.)

Fiat Freemont vende mais que modelo original, o americano Dodge Journey

O QUE FAZER


 Com isso, volta-se à situação anterior. Como se nada tivesse ocorrido, a Fiat segue seus planos para a fábrica de Goiana (PE). O primeiro modelo a sair de lá será o Jeep Renegade, no primeiro trimestre de 2015. Num intervalo que pode ficar em torno de seis meses, teremos o segundo modelo produzido por lá, justamente a picape média da Fiat.

   Agora, porém, fica mais claro que esta picape terá como único destino (ou pelo menos principal) o mercado brasileiro. E terá de brigar não apenas com S10, Hilux e Ranger, mas também com a L200 Triton. Como não serão iguais, que vença a melhor.

LANCER VEM


  Também é estratégica -- e já não era sem tempo -- a decisão de fabricar localmente o Lancer GT (versão civil do sedã, que concorre com Toyota Corolla, Honda Civic e cia) no país ainda este ano.


   Anunciada já há algum tempo, mas sempre adiada, a produção local do sedã poderá deixá-lo mais competitivo em relação a antigos e novos concorrentes. É bom lembrar que além de Corolla e Civic, renovados há alguns meses, e de novos integrantes como Citroën C4 Lounge, teremos ainda a provável reestilização de Volkswagen Jetta e Chevrolet Cruze anunciada ainda no Salão do Automóvel de São Paulo deste ano, em outubro.
   Haverá ainda a sombra premium do BMW Série 3, que começa a ser fabricado este mês em Santa Catarina. Neste segmento, quem ficar parado perde espaço.  
LEIA NA ÍNTEGRA A NOTA OFICIAL DA MITSUBISHI DO BRASIL:
"No último fim de semana, notícias foram divulgadas sobre um acordo entre a Mitsubishi Motors e a Fiat-Chrysler, para a produção de uma picape media utilizando a plataforma da L200 Triton.
A Mitsubishi Motors do Brasil esclarece que essas medidas não contemplam o mercado brasileiro no qual a MMCB possui fábrica, direito exclusivo de comercialização e distribuição.
A Mitsubishi Motors do Brasil continua a produzir a linha de picapes L200 Triton, e futuras atualizações, em sua fábrica no município de Catalão (GO), onde tem sua planta há mais de 16 anos. Nela também são produzidos os modelos Pajero Dakar, Pajero TR4 e o crossover ASX. Ainda neste ano, entra em produção o sedan Lancer".

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Matéria postada por Uol Carros:

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Aluguel – precisa fazer um seguro fiança


Você que precisa fazer um seguro aluguel a Losangulo Corretora de Seguros opera junto com esse ramo, confira alguns benefícios de umas das seguradoras que operamos Porto Seguro.


Serviços Emergenciais Gratuitos:



Ao todo são 10 opções para facilitar o dia a dia dos inquilinos:

Reparos Hidráulicos
Reparo de vazamentos de tubulações, torneiras, sifões, chuveiros, misturadores, entre outros.
Reparos Elétricos
Restabelecimento de energia elétrica em disjuntores. Reparos em interruptores, chaves, tomadas e troca de resistências de chuveiros e torneiras.
Fixa e pendura
"Instalação de varal, prateleira, persiana, trilho de cortina, varão, ventilador de teto, olho mágico, entre outros".
Reparos em eletrodomésticos
Conserto de refrigerador, congelador, máquina de lavar roupa e louças, manutenção de ar condicionado, entre outros aparelhos.
Limpeza de Calhas e caixa d’água
Limpeza de calhas e caixa d`água (de até 4.000 litros) localizadas no terreno e área.
Chaveiro
Nova chave em caso de perda, roubo e quebra das chaves originais, reparo emergencial de fechaduras; instalação de chave-tetra e troca de segredo de fechaduras.
Vidraceiro
Troca de vidros de portas e janelas, desde que quebrados acidentalmente.
HELP DESK
Consultoria para instalação de softwares, resolução de problemas e eliminação de vírus.
Desentupimento
Desentupimento de tubulações de esgotos: de pia, sifões, ralos, vasos sanitários, calhas e tubulações.
Caça - vazamento
Detecção de vazamentos em tubulações de água pressurizada.


































Será possível optar por até cinco atendimentos dentro da vigência de apólice do cliente e ele poderá utilizar o mesmo serviço mais de uma vez, conforme necessidade.



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Fonte: Informação ao Corretor/ youtube

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Dia das Crianças Porto Seguro


  Entre 8 de setembro e 12 de outubro de 2014, o Cartão de Crédito Porto Seguro realizará uma campanha de Dia das Crianças, direcionada a clientes de todo o Brasil.



  Para participar, o cliente deverá se cadastrar no site www.cartaoportoseguro.com.br/diadascriancas e, a cada compra a partir de 50 reais, ele receberá um número da sorte para concorrer a 15 mil reais.

  O prêmio será pago em título de capitalização (Portocap) e o sorteio será realizado em 25 de outubro pela Loteria Federal.


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Auto Jovem - Porto Seguro

   O Porto Seguro Auto Jovem é o seguro de auto para quem tem entre 18 e 24 anos e quer mais segurança, serviços e vantagens, como descontos e facilidade de pagamento. 

Conheça as principais características do Auto Jovem com o Programa de Relacionamento: 
  • Desconto de 30% no seguro e na franquia já na largada (impressa na apólice); 
  • Parcelamento do seguro em até 10 vezes sem juros com o Cartão de Crédito Porto Seguro; 
  • Desconto de 7% para o seguro dos pais do segurado.






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Fonte: http://www.portoseguro.com.br/seguros/seguro-de-veiculos/seguro-de-automovel/linha-de-produtos/seguro-auto-jovem

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Porto Seguro ganha prêmio da seguradora mais confiável do Brasil


   Hoje a Losangulo Corretora de Seguros recebeu um comunicado da produção da seguradora Porto Seguro onde informa que pelo nono ano consecutivo ganha o Premio da seguradora mais confiável do Brasil,  segundo a pesquisa “Marcas de Confiança”, realizada pelo IBOPE com os eleitores da revista Seleção Readers Digest.

Gostaríamos de parabeniza-los !


E você que ainda não tem seu seguro e gostaria de realizar, solicite sua cotação com nossa equipe!

                                                  

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Preço fixo de revisão



Para não pagar mais, siga o que está indicado na tabela definida pela marca


Postagem feita por www.carroonline.terra.com.br

Quando lançam um automóvel, muitas fabricantes garantem que o preço das revisões são fixos. Isso é muito bom para o cliente, que fica sabendo de antemão quanto irá desembolsar toda vez que deixar o carro na concessionária para as manutenções, que geralmente são feitas a cada 10.000 km ou após um ano de uso do carro.
Veja o exemplo do Citroën C3. As revisões da marca francesa para o hatch são até os 60.000 km ou seis anos de uso. Os preços são os seguintes: R$ 324 na primeira, R$ 540 na segunda, R$ 508 na terceira, R$ 540 nas quarta e quinta revisões e R$ 660 na última. Mas é preciso prestar atenção, porque as autorizadas nem sempre seguem o que está garantido pela marca.

Os serviços indicados nos sites das montadoras são os básicos, como troca de óleos, filtros e verificação de itens de segurança, como os freios. Mas a "empurroterapia" é uma prática comum nessas horas. Ou seja, muitas concessionárias tendem a "empurrar" um servicinho extra -- e desnecessário --, como limpeza de bicos injetores ou polimento. Assim, você acaba pagando acima do que precisava. 
A dica é sempre consultar o site da montadora, na área de pós-venda, para saber se a tabela com o preço da cada revisão está disponível. O da Volkswagen, por exemplo, indica a quantidade de filtros e de de óleo que serão utilizados na manutenção e até mesmo o tempo gasto para o serviço.
Fizemos uma simulação usando o novo Gol 1.6 e constatamos que seriam substituídos os filtros de óleo e combustível, além da colocação de 4 litros de óleo para o moor (veja a simulação na imagem abaixo). Ao fazer o "dever de casa", fica mais fácil não levar sustos na hora de pegar seu carro de volta das revisões.


Fonte: http://carroonline.terra.com.br/dicas-e-servicos/manutencao/preco-fixo-de-revisao/?rlabs

Testamos o Peugeot RCZ

Cupê acelera de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos



Existem várias formas de chamar atenção. Bem melhor do que pendurar uma melancia no pescoço, você pode comprar um cupê branco, com um leão compondo a grade dianteira. Esse carro é o Peugeot RCZ que acaba de chegar renovado ao mercado nacional por R$ 132.990 em versão única de acabamento. Tem garantia de três anos sem limite de quilometragem e revisão com preços fixos de R$ 350.
Com 1,36 m de altura, 1,84 de largura e 4,28 m de comprimento, a aparência do RCZ é de impressionar. Quem olha o cupê passando logo imagina que há um motor em V berrando, sedento por velocidade. Mas na verdade o propulsor é 4 cilindros 1.6 turbo, que gera 165 cv e 24,5 kgfm de torque. Mas saiba que para os 1.297 kg do esportivo, ele anda bem. E o melhor: é econômico.
O câmbio automático de 6 marchas deixa o cupê esperto, trocando as marchas a 3.000 rpm quando não há muito congestionamento na cidade. Se você precisar fazer uma ultrapassagem, basta pisar fundo que o câmbio logo percebe que é necessário reduzir para ganhar velocidade.
Em perímetro urbano, com tráfego intenso, as trocas de marcha ocorrem a 2.500 rpm, o que desagrada um pouco, por conta da quantidade de ruído vindo do motor. Mas o consumo, segundo nossos testes, foi muito bom: 9,5 km/l em perímetro urbano e 15,8 km/l em rodoviário, ambos com gasolina, único combustível que o 1.6 turbo aceita.
Ele conseguiu arrancar de 0 a 100 km/h em 8s4 e na retomada de 80 a 120 km/h, foram gastos apenas 5s5.
O motorista também não leva sustos no momento de frear. O esportivo precisa de 23,5 metros para parar de 80 a 0 km/h, dentro da média para um veículo que tem apenas 1.297 kg. E no teste de fading, também se saiu bem: a pior frenagem foi a primeira, que percorreu 40 metros. As outras nove ficaram abaixo desse número.
As rodas de 18” e pneus 235/45 ajudam a manter o carro equilibrado. O aerofólio móvel traseiro pode ser ajustado em duas posições. A primeira é quando o carro ultrapassa 85 km/h, momento em que o aerofólio fica inclinado em 19°. A segunda posição, se não for acionada pelo motorista por meio de um botão no console central, só será vista quando o cupê atingir 155 km/h, inclinando a “asinha” em 34°.

O Peugeot chega recheado na versão 2014, com o kit multimídia WIP NAV, com navegador integrado ao sistema, que conta com uma tela de 7” rebatível. O multimídia tem entrada USB, auxiliar e conexão bluetooth, com comando de rádio na coluna de direção.
O interior impressiona com as grossas costuras brancas no couro preto, contornando todo o painel. O câmbio e as portas têm detalhes em alumínio, dando maior sofisticação ao interior. O ar-condicionado é dual zone e digital.
É fácil achar a melhor posição para “pilotar” o esportivo, e o banco do motorista pode memorizar até duas posições. Mas para quem vai atrás, como na maioria dos esportivos, não há o que elogiar. O espaço acomoda bem apenas pessoas com menos de 1,50 m ou crianças.
Para segurança do motorista, ele pode optar por andar com o estepe ou com o kit de reparação, que tampa um eventual buraco e enche o pneumático. Sem o estepe pelo caminho, o porta-malas suporta até 321 litros de bagagem. Segundo a montadora, ainda há 30 litros adicionais sob o assoalho. Só é preciso lembrar que eles existem.
Para segurança do passageiro e carona, são de série o controle inteligente de tração (ASR), estabilidade (ESP), freios com ABS, auxílio de frenagem (AFU) e repartidor eletrônico de frenagem (REF). Para segurança passiva há quatro airbags (dois frontais e dois laterais). O capô “ativo com acionamento pirotécnico”, como define a marca, levanta 65 mm em apenas 0,1 segundo em caso de um atropelamento, por exemplo. Isso evita que o pedestre fique em contato com as partes quentes do motor.
O RCZ tem fortes concorrentes no mercado. Um deles é o Mini Coupé, que agora vem também com motor 1.6 turbo, mas entrega 211 cv e 28,5 kgfm. E tudo isso por R$ 141.950. Será que 46 cv extras valem pagar mais R$ 8.960? Depende da preferência de cada um: ter um carro com mais potência ou um que o manobrista vai fazer questão de deixar na porta do teatro quando você sair.


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fonte: http://carroonline.terra.com.br/ja-dirigimos/testes/testamos-o-peugeot-rcz/?rlabs

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Teste: Troller T4

Ele chega totalmente renovado, mas segue apostando nos amantes do fora-de-estrada


Visto de qualquer ângulo, não se pode negar que o novo T4 tem visual chamativo e diferenciado


Ele é ruidoso, balança bastante e é difícil de manobrar. Mas quem tem um carro desses não está preocupado com isso. O consumidor fiel do Troller T4 (que, segundo a marca, representa 48% dos clientes) não liga para as dificuldades apresentadas em cenário urbano, pois é apaixonado pelo carro, que, para esses aficionados, compensa tudo na hora de se aventurar em trilhas no fora-de-estrada.


Caixas de rodas - enormes, proporcionam ângulo de entrada e de saída de obstáculo

Mas, mesmo sendo um modelo 2015, ele não é equipado com airbags. De acordo com a fabricante, isso ocorre porque o T4 se encaixa em uma legislação diferente, pois se trata de um “veículo voltado a atividades off-road e sujeito a impactos constantes, que não incorporam o uso de airbag”. A explicação é essa, mas não se pode esquecer que o T4 não roda apenas em trilhas e que muitos proprietários viajam com o modelo por estradas até chegar às trilhas. 


Agora o T4 tem um motor 3.2 com 200 cv e 47,9 mkgf de torque

Voltando ao jipe, ele está 1 cm mais alto, 1 cm mais largo e 1,7 cm maior no entre-eixos. O porta-malas comporta 134 litros, mas continua menor que o do Chery QQ (190 litros), por exemplo.
Na parte interna, o painel lembra muito o da picape Ranger, com os mesmos instrumentos. Mas o T4 traz alguns detalhes com acabamento metálico, “inspirados em engrenagens”, de acordo com a explicação da fabricante.

O painel do T4 tem desenho exclusivo e acabamento em duas cores. O volante oferece boa pegada, mas não traz comandos de radio.
A fábrica da marca, localizada em Horizonte, CE, aliás, foi reformada, possibilitando que o T4 receba um novo tratamento. Agora, em vez da produção manual, a carroceria é feita por meio do processo SMC (Sheet Moulding Compound), na qual um composto de resina e de fibra de vidro é prensado em alta temparatura. Esse processo elimina os resíduos da fibra e as imperfeições que surgiam nas peças anteriormente.

Agora, a caixa tem seis marchas. A da geração anterior possuía apenas cinco. Os engates são precisos, mas duros

Portanto, o dono do novo Troller T4 terá um veículo com maior rigidez, menor custo de reparo, menos peso, mais resistente ao fogo, à corrosão e a impactos, segundo Wilson Vasconcellos Filho, responsável pelo marketing da Troller. A garantia passou para três anos, e a rede de concessionárias chegará a 21 unidades até o final deste ano. Hoje são 19 revendas.

O rádio é item de série e possui conexão bluetooth e entrada USB e auxiliar
Ainda segundo Vasconcellos, o comprador do Troller não costuma adquirir apenas o carro. “Em média, ele investe R$ 10.000 com acessórios para o veículo.” E, para não desapontar seus clientes, a marca preparou uma lista com 130 itens, como guincho, ganchos, protetores de cárter e de câmbio, caixa de transferência, escapamento e tanque, snorkel, bagageiro de teto, soleiras, pneus off-road, para-choque especial etc.

O novo painel conta com os instrumentos da picape Ford Ranger

O preço da novidade não foi divulgado até o término desta edição, mas Wilson Vasconcellos nos disse que o reajuste será de aproximadamente 15% em relação ao anterior, o que equivale a R$ 111.340. O motor é o mesmo da Ranger, tem 200 cv e 47,9 mkgf. O torque, aliás, está disponível já a 1.750 rpm e segue até 2.500 rpm. 

O painel possui furos para instalar instrumentos como bússula ou cronômetro
A tração 4x4 pode ser acionada por meio de um botão próximo ao freio de estacionamento. Para acioná-la, basta girar o seletor e isso pode ser feito a até 120 km/h. Já a reduzida só pode ser selecionada com o carro parado.
Em nosso teste, o novo T4 acelerou de 0 a 100 km/h em 12s3, um bom resultado se comparado ao anterior, que cumpriu a mesma prova em 14s9. Vale observar que o novo câmbio de 6 marchas (antes era de 5) também contribuiu para o bom desempenho. O que preocupa, mesmo que ele tenha um peso superior a duas toneladas, é o fading dos freios, que chegou a 11,6 m.

Assoalho emborrachado - prático, o revestimento permite levar o  inteior do jipe 
Resumindo, o Troller T4 continua sendo um bom veículo para o uso no fora-de-estrada. Robusto e com características específicas para as trilhas, ele só não se sai tão bem no asfalto, exatamente por conta dessas características.

O porta-malas cresceu, mas acomoda apenas 134 litros de bagagem

Conclusão: O Troller T4 2015 recebeu muitas melhorias, mas, mesmo assim, o modelo ainda tem muito a evoluir em termos de espaço interno, porta-malas, capacidade de frenagem e segurança passiva. A Troller também poderia ter aproveitado o momento de renovação do modelo para dotá-lo de suspensão independente, ao menos na dianteira, para melhorar seu comportamento no asfalto. Pelo que deverá custar, o novo T4 seguirá como uma boa opção apenas para os amantes de off-road, mas inadequado para quem precisa de um carro para o dia a dia. - Vinícius Montoia
Média final técnica: 4,9
Média final de mercado: 7,7


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fonte: http://carroonline.terra.com.br/ja-dirigimos/testes/teste-troller-t4/?rlabs

sábado, 23 de agosto de 2014

15 tendências tecnológicas para 2014

  Aconteceu muita coisa interessante no universo tecnológico em 2013 e não há indicações de que 2014 será diferente. Pensando nisso, a agência de estratégia e design frog botou seus especialistas para refletir quais seriam os destaques deste ano, chegando aos resultados abaixo:

ANONIMATO PARA TODOS
  A agência relaciona as descobertas acerca da espionagem norte-americana com a supervalorização do Snapchat e chega à conclusão de que os internautas querem e estão buscando privacidade. Algo que deve se tornar latente em 2014.

DRONES POR TODOS OS LADOS
  Embora pequenos robôs voadores não sejam novidade, em 2013 o interesse neles cresceu tanto que a Amazon anunciou que poderá incluí-los em seu sistema de entregas. Há dificuldades para o desenvolvimento deste setor, mas eles começam a ser superados agora.

SE DESCONECTAR VAI VIRAR MODA
  Agora que os celulares estão prestes a ser liberados em voos, as pessoas não querem mais usar tanto seus aparelhos. A frog enxerga um movimento de volta às origens offline, com cada vez mais pessoas dando atenção ao meio desconectado - um tempo de leitura sem interrupções, por exemplo.

A CHEGADA DOS GIGANTES DA CHINA
  Muita gente já conhece o WeChat, que concorre com o WhatsApp, mas neste ano mais pessoas ainda instalarão este aplicativo - que já atende mais de 300 milhões de pessoas no mundo. Os especialistas apostam alto: o serviço deixará até o Facebook para trás.

CONTROLE MENTAL
  Kenji Huang, da frog, comenta: "Se alguém da década de 1500 viesse a nós hoje e visse o que a tecnologia nos permite fazer, eles achariam que somos superhumanos." E isso tende a aumentar, com a tecnologia de controle cerebral ficando mais poderosa em 2014.

HUMANIDADE AUMENTADA
  Antigamente a tecnologia era usada apenas para resolver problemas e aumentar nosso potencial; agora ela está além disso, mas ainda opera de forma separada a nós - a exemplo do Google Glass -, o que deve começar a mudar. Exoesqueletos controlados por sistemas e membros biônicos (olhos, braços, pernas etc.) são o próximo passo.

CARROS AUTÔNOMOS
  O esforço da indústria para criar carros que dirigem sozinhos é evidente. O boom dessa ideia ocorrerá neste ano, quando as pessoas finalmente devem começar a se tornar passageiros em seus próprios veículos.

INTERNET DAS COISAS INVADE A ARTE
  Tudo ao redor está ficando inteligente: celulares, TVs, carros, geladeiras… falta áreas mais subjetivas entrarem para essa onda. Pense em apresentações musicais digitalmente modificadas ao vivo, de acordo com a resposta do público.

A RIQUEZA DOS DADOS DE PRODUTO
  Os produtos não estão só mais inteligentes e comunicáveis uns com os outros, eles também se tornaram poços de informações. É o aproveitamento desses dados que separará os produtos regulares dos melhores.

A REINTERPRETAÇÃO DO ARTESANATO
  Assim como faz ao apostar no offline, a frog também vai contra a expansão tecnológica ao pregar que o trabalho tangível ganhará mais valor a partir de 2014. Eles acreditam que "imperfeições" estilizadas e customizadas ganharão espaço em um mundo que dá tanto valor a criações meramente digiais - a impressão em 3D pode entrar aí.

CONTRARIANDO A NORMA DA PRECIFICAÇÃO
  Ninguém apostaria que o consumidor comum toparia pagar US$ 100 por um fone de ouvido, mas então apareceu a Beats by Dre provando que, na verdade, as pessoas estão mais do que dispostas a gastar quando há uma contrapartida em termos de design e experiência de uso. Prepare-se para pagar cada vez mais por produtos ordinários porém melhorados.

A REVOLUÇÃO DAS ENTREGAS PESSOAIS
  Existe uma startup em San Francisco chamada Uber que criou um sistema de compras que garante a entrega de produtos e serviços em minutos - deixando em segundo plano a burocracia que envolve confirmações de pagamento. A ideia de entrega personalizada tende a ser mais explorada, ainda mais com empresas como a Amazon pensando em usar drones para isso.

O CONSUMIDOR POSSUI DADOS
  Na visão de Annie Hsu, "2014 será o ano da recuperação de dados!". Os internautas estão percebendo que Google, Facebook, Twitter só são o que são graças às informações que possuem sobre seus usuários, o que tem gerado um movimento de obtenção de informações cuja ideia é devolver à pessoa o controle sobre o que é dela.

A QUANTIFICAÇÃO DO TRABALHO
  Quem está acostumado a cronometrar o tempo de corridas ou de sono terá de se acostumar também à quantificação do trabalho. Como, quando e onde você gasta seu tempo de serviço serão itens listados em planilhas e softwares de gerenciemento.

A REINVENÇÃO DO PC COMO FERRAMENTA DE PRODUTIVIDADE
  No mundo todo empresas que desenvolvem computadores estão sendo forçadas a migrar para o setor móvel, mas para a frog elas se esquecem de que ainda não há um substitudo ao desktop que trabalhe bem com tarefas de criação e produtividade. Ou seja, o PC ainda pode voltar com força, e 2014 parece ser o ano para isso.


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Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/40218/40218